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    Andy Robertson receives frank verdict from Scottish media – ‘Pummelled’

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    Glasgow (09/10/2025) – Capitão da seleção escocesa há sete anos, Andy Robertson foi novamente titular e participou diretamente da vitória de virada da Escócia por 3 × 1 sobre a Grécia, no Hampden Park, em partida válida pelas Eliminatórias Europeias para a Copa do Mundo de 2026.

    Por que o resultado é crucial

    O triunfo mantém a Escócia na zona de classificação direta do seu grupo, impedindo a aproximação grega. Antes da rodada, apenas dois pontos separavam as equipes; agora, a distância subiu para cinco, faltando três jogos para o encerramento da fase. Na prática, o time de Steve Clarke ganhou uma “gordura” essencial para evitar a repescagem europeia, que costuma ser imprevisível.

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    Papel tático de Robertson no 3-5-2 de Clarke

    Utilizado como ala esquerdo num 3-5-2, Robertson teve de equilibrar contenção e apoio. No primeiro tempo, o plano grego foi sobrecarregar seu corredor com cruzamentos de Kostas Tsimikas – lateral que pertence ao Liverpool e está emprestado à Roma. O antigo companheiro de clube venceu o duelo aos 61’ e abriu o placar.

    Com a desvantagem, Clarke adiantou a última linha e liberou o capitão para atacar: aos 80’, Robertson cobrou falta lateral com precisão na cabeça de Lewis Ferguson, virando o jogo. Foi o seu 19.º passe para gol em 73 partidas pela seleção, uma média de 0,26 assist./jogo – melhor que a de qualquer outro defensor escocês na era pós-1998.

    Raio-X da partida

    • Placar: Escócia 3 × 1 Grécia
    • Gols: Tsimikas 61’; Christie 64’, Ferguson 80’, Dykes 90+3’
    • Notas da imprensa: The Scotsman – 7/10 para Robertson; The Herald – 6/10
    • Ben Doak: ex-Liverpool, substituído aos 59’, avaliação 5/10 em ambos os jornais
    • Capitão decisivo: 1 assistência, 4 cruzamentos certos em 7 tentados, 2 desarmes

    Impacto para os próximos compromissos

    A Escócia volta a campo em novembro, contra Armênia (fora) e Espanha (casa). Se somar quatro pontos nesses dois jogos, chegará à pontuação de corte historicamente suficiente para garantir classificação direta na UEFA (geralmente 19 – 20 pontos). Da parte individual, Robertson ganha peso para retomar minutos no Liverpool, onde foi titular apenas duas vezes na temporada 2025/26.

    No cenário de clube, Jürgen Klopp observará como a carga de jogos internacionais afeta a condição física do lateral, especialmente porque Tsimikas, seu concorrente direto, balançou a rede e demonstra evolução ofensiva na Serie A.

    Conclusão: A atuação de Andy Robertson não foi livre de sustos defensivos, mas o cruzamento decisivo manteve vivas as chances escocesas rumo à Copa de 2026 e reforça sua relevância tática tanto para a seleção quanto para retornar ao radar de Klopp. O próximo capítulo dessa disputa por vaga, tanto no Liverpool quanto nas Eliminatórias, será escrito já na próxima Data Fifa.

    Com informações de Liverpool.com

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