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    Brasil perde pênalti e empata com Tunísia no último jogo da temporada – Portal

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    Quem: Seleção brasileira (categorias de base) e Tunísia.
    O quê: Empate por 1 x 1, com pênalti perdido pelo Brasil.
    Quando: Último compromisso da temporada 2024/25.
    Onde: Amistoso internacional em campo neutro.
    Por quê: Encerramento do calendário de preparação da Seleção para a próxima janela de competições oficiais.

    Como foi o jogo

    Depois de um início dominante, o Brasil desperdiçou a chance de abrir o placar em cobrança de pênalti. A Tunísia aproveitou o baque psicológico e saiu na frente. Já nos minutos finais, Estêvão – meia-atacante de 17 anos do Palmeiras – empatou e evitou a derrota no último compromisso do ano.

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    Onde o plano falhou

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    O time de Ramon Menezes* pressionou, mas voltou a exibir o problema recorrente da ineficiência nas finalizações. O pênalti perdido evidencia a necessidade de um cobrador confiável em momentos decisivos. Além disso, a transição defensiva lenta deixou espaços que a Tunísia soube explorar em contra-ataques.

    Raio-X do protagonista

    • Estêvão (17 anos)
    • Clube: Palmeiras
    • Posição: meia/ ponta direita (canhoto)
    • Números pela Seleção de base em 2024/25: 8 jogos, 4 gols, 3 assistências
    • Principais características: condução curta, finalização de média distância, passes em profundidade

    O que o empate diz sobre a Seleção

    O resultado mantém a invencibilidade no ciclo (agora em 8 jogos – 5 vitórias e 3 empates), mas reforça que a criação não se converte em gols na mesma proporção. Desde agosto, a equipe soma 18 finalizações claras desperdiçadas, segundo dados internos da CBF Scouting.

    Impacto futuro

    A comissão técnica terá pouco mais de dois meses até o Torneio Pré-Olímpico CONMEBOL (sub-23). A lista final deve privilegiar atletas que mostrem frieza em decisões: o aproveitamento em pênaltis, hoje de apenas 50 %, será tema prioritário nos treinamentos de janeiro. Já Estêvão, cada vez mais utilizado por Abel Ferreira no Palmeiras, desponta como peça para aumentar a imprevisibilidade ofensiva e pode ganhar minutos como “falso ponta” no novo 4-2-3-1 testado por Ramon.

    Em resumo, o Brasil sai da temporada ciente de que mantém controle territorial, mas precisa transformar volume em vantagem no placar. O amistoso contra a Tunísia deixa como lição a gestão emocional após erros individuais – fator decisivo em torneios curtos. Voltaremos a acompanhar a evolução desses ajustes na convocação de abril.

    Com informações de BandSports

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