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    Bruno Henrique se retrata sobre ‘não querer ser centroavante do Flamengo’ e explica polêmica: ‘Isso que quis dizer…’

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    Rio de Janeiro (25.out.2025) – Após a vitória do Flamengo por 1 a 0 sobre o Racing, na última quarta-feira (22), pela semifinal da CONMEBOL Libertadores, Bruno Henrique esclareceu a frase que soou como recusa a atuar como centroavante. No intervalo do jogo seguinte, contra o Fortaleza, o camisa 27 afirmou que “não quis competir com Pedro” e garantiu que, diante da fratura no antebraço do titular da posição, está pronto para assumir a referência ofensiva sempre que for necessário.

    Por que a frase repercutiu tanto?

    A declaração original de Bruno Henrique – de que “não gostaria de jogar de 9” – foi interpretada como rejeição à função. O tema ganhou força porque:

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    • Pedro é o artilheiro rubro-negro e está fora da volta contra o Racing.
    • O esquema de Filipe Luís costuma utilizar um centroavante de origem para fixar a defesa rival.
    • Bruno é tradicionalmente ponta-esquerda, mas já atuou centralizado em jogos pontuais.
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    Ao se retratar, o atacante reforçou que vê Pedro como “o melhor 9 do Brasil”, mas que assume a função se o companheiro não puder atuar.

    Histórico de Bruno Henrique como ‘falso 9’

    Desde 2019, quando chegou à Gávea, Bruno Henrique foi escalado centralizado em ocasiões específicas – especialmente quando Gabigol ou Pedro estavam ausentes. Nessas partidas, o Flamengo apostou na velocidade em profundidade e na pressão pós-perda iniciada pelo próprio camisa 27, recurso que rendeu gols decisivos em mata-matas de Libertadores e Copa do Brasil.

    Raio-X: números que contextualizam a opção

    • Bruno Henrique no Flamengo (2019-2025): mais de 90 gols e 50 assistências em todas as competições.
    • Participação direta em gols de 2025: 8 gols e 5 assistências até a semifinal continental.
    • Flamengo em 2025: ataque com média de 1,9 gol/jogo; 40% dos gols anotados por Pedro.
    • Pedro lesionado: previsão de retorno apenas para a primeira quinzena de novembro.
    • Próximo compromisso decisivo: Racing x Flamengo, 29/10, 21h30 (Brasília), jogo de volta da semifinal da Libertadores.

    Impacto tático imediato

    Com Bruno Henrique centralizado, Filipe Luís tende a ganhar mobilidade no último terço e abre espaço para a entrada de Everton Cebolinha ou Luiz Araújo pelo lado esquerdo. A troca pode:

    Bruno Henrique se retrata sobre ‘não querer ser centroavante do Flamengo’ e explica polêmica: ‘Isso que quis dizer…’ - Imagem do artigo original

    Imagem: Internet

    • Aumentar a pressão alta – uma das marcas do Flamengo versão 2025.
    • Encurtar a ligação direta, já que Bruno recua mais do que Pedro para dialogar com Arrascaeta.
    • Exigir coberturas constantes dos volantes, pois o camisa 27 sai da área e deixa o miolo exposto a zagueiros rivais.

    Calendário apertado e efeito em outras competições

    Depois da decisão na Argentina, o Flamengo recebe o Sport (01/11) e encara o São Paulo no Morumbi (05/11) pelo Brasileirão. Caso Bruno Henrique assuma o comando de ataque nesses jogos, o desempenho servirá de termômetro para a eventual final da Libertadores e para a reta final do campeonato nacional, em que o clube ainda briga pelo topo da tabela.

    Em suma, a retratação de Bruno Henrique não apenas encerra a polêmica como também sinaliza uma solução interna imediata para a ausência de Pedro. Resta saber se a adaptação do camisa 27 como referência ofensiva manterá o padrão de gols do rubro-negro nas semanas decisivas que se aproximam.

    Com informações de ESPN.com.br

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