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    How Manchester City have exposed the Champions League’s major flaw

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    Quem: Manchester City de Pep Guardiola.
    O quê: Derrota por 1 a 0 para o Bodo/Glimt.
    Quando e onde: Terça-feira, no Estádio Aspmyra, na cidade de Bodø (Círculo Polar Ártico).
    Por quê é relevante: Mesmo com o tropeço, o City segue confortável na Champions League, evidenciando a baixa dose de “jeopardy” da atual fase de liga do torneio.

    Entenda o que aconteceu no Ártico

    O Manchester City, avaliado em mais de €1 bilhão no mercado, foi surpreendido pelo Bodo/Glimt, cujo plantel não chega a €50 milhões. O revés veio poucos dias depois de uma derrota no clássico diante do Manchester United e elevou para apenas duas vitórias em sete jogos a sequência recente dos citizens – uma delas contra o modesto Exeter City pela Copa da Inglaterra.

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    Em campo, Guardiola poupou peças-chave, mas mesmo assim manteve nomes capazes de decidir. O gramado sintético, o frio de -4 °C e a intensidade norueguesa minaram o controle posicional habitual do City. O gol dos anfitriões saiu em transição rápida, explorando o alto posicionamento da linha defensiva inglesa.

    Por que o tropeço pouco impacta na Champions

    A Champions League 2024/25 adota a fase de liga com 36 clubes, onde cada equipe faz oito partidas contra adversários de forças variadas. Ao fim, os oito primeiros avançam direto às oitavas; do 9º ao 24º lugares disputam um playoff em fevereiro.

    Na prática, isso dilui a pressão sobre gigantes como o City. Mesmo que termine fora do Top-8, o time ainda terá uma “vida extra” de dois jogos para seguir vivo. Foi exatamente o que ocorreu na temporada passada, quando Paris Saint-Germain e Aston Villa passaram por essa repescagem e alcançaram fases avançadas.

    Raio-X financeiro e técnico

    Valor de mercado (Transfermarkt):
    – Manchester City: €1,05 bilhão
    – Bodo/Glimt: €48,5 milhões

    Sequência recente do City:
    – 7 jogos | 2 vitórias | 2 empates | 3 derrotas
    – Gols sofridos: 10 (média 1,4/jogo) – preocupação crescente para Guardiola.

    Retrospecto na Champions (fase de liga):
    – Pontos somados: 9 em 18 possíveis
    – Posição provisória: 11º (dentro da zona de playoff)

    How Manchester City have exposed the Champions League’s major flaw - Imagem do artigo original

    Imagem: Internet

    O que muda para Guardiola e o calendário

    O próximo compromisso europeu é contra o Galatasaray, partida que pode recolocar o City no Top-8 e eliminar a “rodada extra” em fevereiro. Internamente, o treinador sabe que precisa:

    • Reequilibrar a transição defensiva: 47 % dos gols sofridos na temporada vieram de contra-ataques.
    • Gerir desgaste: são 11 partidas em 37 dias entre Premier League, copas domésticas e Champions.
    • Manter foco na Premier League, onde o Arsenal lidera com dois pontos de vantagem.

    Mesmo em momento irregular, o elenco ainda disputa quatro troféus. A falta de um “corte” definitivo na Champions permite a Guardiola corrigir rota sem pânico, mas também diminui o valor esportivo da fase atual do torneio.

    Olho no futuro: Caso avance direto às oitavas, o City ganha duas semanas de descanso em fevereiro — raridade no calendário inglês. Se precisar do playoff, enfrentará um adversário de médio porte, cenário que, historicamente, não assusta a equipe.

    Em síntese, a lição do Ártico reforça um debate antigo: enquanto a Champions não devolver a sensação de tudo ou nada já na fase inicial, surpresas como a de Bodø seguirão sem repercussões esportivas proporcionais — excelentes para manchetes, mas pouco decisivas para o título.

    Com informações de Manchester Evening News

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