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    Pioli e il voto dei senatori: la Fiorentina chiede la fiducia

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    Florença, 15/10/2025 – Com apenas três pontos conquistados nas seis primeiras rodadas da Série A, a Fiorentina vive seu pior início de campeonato sob o comando de Stefano Pioli. Para mudar o cenário, o treinador recorreu publicamente ao trio de veteranos David De Gea, Robin Gosens e Edin Dzeko, detentores de mais de 2.100 partidas em conjunto, pedindo que liderem o grupo dentro e fora de campo.

    Por que Pioli bateu à porta dos “senadores”

    O técnico reconhece que o principal problema hoje é psicológico. Embora o elenco tenha reforços de peso – De Gea chegou com 700 jogos no currículo, Gosens ultrapassa 450 atuações, e Dzeko está a um passo de alcançar a marca histórica de 1.000 partidas –, a equipe não transformou experiência em pontos.

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    Internamente, a avaliação é que falta confiança para impor o plano de jogo, sobretudo nos momentos em que o adversário eleva a pressão. Dessa forma, vozes experientes no vestiário tornam-se essenciais para acelerar a retomada da autoestima coletiva.

    Raio-X da experiência em campo

    David De Gea – 34 anos, ex-Manchester United e Seleção Espanhola
    • 702 jogos oficiais (clube + seleção)
    • 181 clean sheets na carreira

    Robin Gosens – 31 anos, ex-Inter e Atalanta
    • 458 partidas profissionais
    • 65 participações em gols como ala (43 gols, 22 assistências)

    Edin Dzeko – 39 anos, ex-Roma, Inter e Seleção da Bósnia
    • 998 jogos
    • 386 gols marcados

    Somados, são 2.158 aparições e 567 contribuições diretas para gols, números que enfatizam não apenas quilometragem, mas também impacto decisivo.

    Onde a experiência pode gerar ganhos imediatos

    Gestão da pressão – Jogos contra rivais diretos na parte de baixo da tabela exigem controle emocional. De Gea, que disputou finais continentais, pode ser o termômetro defensivo.

    Referência ofensiva – Dzeko oferece o “pivô” que falta para dar profundidade ao ataque, responsável por apenas cinco gols até aqui, marca inferior à média da liga (8,3).

    Transições equilibradas – Gosens, ala com histórico de alta intensidade, pode ajudar na recomposição de um time que sofre no balanço defensivo, especialmente pelos lados do campo.

    Próximos compromissos e influência na tabela

    A Viola encara nas próximas três rodadas: Bologna (casa), Verona (fora) e Juventus (casa). Dois desses adversários estão na metade inferior da classificação, o que transforma a sequência em oportunidade de ouro para somar até nove pontos e sair da zona de risco.

    No cenário projetado pelo departamento de análise do clube, atingir pelo menos seis pontos nessa série recolocaria a Fiorentina na parte intermediária e reduziria a ansiedade interna, abrindo caminho para ajustes táticos mais estruturais durante a pausa de novembro.

    Conclusão: a palavra dos veteranos como catalisador

    A aposta de Pioli vai além de escalações: trata-se de transferir liderança prática a quem já viveu quase todos os contextos possíveis no futebol de elite. Se De Gea, Gosens e Dzeko conseguirem irradiar confiança aos mais jovens – como Dodo, Mandragora e Kean –, a Fiorentina não apenas sairá da zona de perigo, mas poderá recuperar a identidade que a levou às competições europeias recentemente.

    Os próximos jogos mostrarão se o “voto de confiança” depositado nos senadores será suficiente para destravar o potencial técnico do elenco e redirecionar a temporada antes que a situação na tabela se torne irreversível.

    Com informações de Corriere dello Sport

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