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    Seleção? Gabigol cutuca Tite sobre Copa de 2022 e dá recado a Ancelotti: ‘Espero que vá domingo ver o Neymar’

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    SÃO PAULO (03/03/2026) — Gabriel Barbosa foi o centro das atenções no empate por 2 a 2 entre Santos e Mirassol, no Estádio Maião, ao marcar os dois gols da equipe alvinegra e, na saída de campo, alfinetar o ex-técnico da Seleção Tite e deixar um recado direto para Carlo Ancelotti, atual comandante do Brasil, que acompanhava a partida in loco.

    Presença de Ancelotti muda o clima no interior paulista

    Embora a viagem do treinador italiano tivesse como objetivo principal observar Neymar — poupado e sequer relacionado —, quem roubou a cena foi Gabigol. A atuação eficiente diante de um técnico de Seleção cria um “efeito vitrine” imediato: o atacante mostrou poder de decisão justamente no momento em que Ancelotti avalia opções ofensivas para a Copa de 2026.

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    Reencontro de Gabigol após ano turbulento no Cruzeiro

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    Em entrevista à Prime Video, o camisa 9 lembrou que 2025 foi “um ano difícil” em Belo Horizonte, mas destacou que o período serviu de aprendizado. O retorno à Vila Belmiro, onde despontou profissionalmente, coincide com um aumento de confiança: além dos dois tentos contra o Mirassol, ele já soma participações diretas em gol em todas as rodadas do Paulistão.

    Raio-X de Gabigol: estatísticas que sustentam a ambição mundial

    • Histórico na carreira: 189 gols em competições oficiais somando passagens por Santos, Inter de Milão, Benfica, Flamengo e Cruzeiro.
    • Desempenho em finais: marcou em três decisões de CONMEBOL Libertadores (2019, 2021 e 2022), sendo artilheiro em 2019.
    • Pela Seleção: 18 jogos, 5 gols; presença na Copa América de 2021.
    • Minutos para marcar em 2026: um gol a cada 112 minutos (dados auditados até a 5ª rodada estadual).

    Esses números fornecem argumento estatístico à cobrança pública feita por Gabigol: ele foi, de fato, o brasileiro com maior média de gols em Libertadores no ciclo 2019-2022 e, mesmo assim, ficou fora da lista para o Qatar.

    Como Gabigol e Neymar podem se complementar na Seleção

    Com Ancelotti priorizando um 4-3-3 móvel, a versatilidade de Neymar como “falso 9” ou criador abre espaço para um finalizador de último toque. Gabigol oferece:

    • Atuação entre zagueiros, liberando Neymar para flutuar;
    • Pressão pós-perda — quesito valorizado pelo italiano;
    • Histórico de gols em jogos decisivos, atributo escasso no atual elenco nacional.

    Em cenários de inferioridade numérica na área rival, a dupla pode alternar posicionamento, gerando desequilíbrio defensivo adversário.

    Próximos passos: clássico na mira e chance de nova observação

    O apelo do atacante para que Ancelotti vá à Vila Belmiro neste domingo (15) ganha peso: o Santos enfrenta o Corinthians às 16h, pela 6ª rodada do Brasileirão. Partida grande, estádio cheio e possível retorno de Neymar formam o ambiente ideal para nova avaliação técnica. Depois, o Peixe recebe o Internacional (18/03) e visita o Cruzeiro (22/03), sequência que pode consolidar — ou refrear — a ascensão de Gabigol no radar da Seleção.

    Conclusão prospectiva: Se mantiver o ritmo de gols e protagonismo nos clássicos, Gabriel Barbosa reduzirá a margem de espera por um teste na Data FIFA de junho. Ancelotti, por sua vez, terá no mínimo três jogos nacionais para confirmar se a química entre o camisa 9 e Neymar é mais que um argumento de marketing e, assim, começar a desenhar a lista preliminar para o Mundial da América do Norte.

    Com informações de ESPN Brasil

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