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    Emery criticizes Elliott’s performances as 3 players ahead in pecking order

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    Birmingham, 26 de outubro de 2025 — Harvey Elliott ficou fora da lista de 20 jogadores do Aston Villa na vitória por 1 a 0 sobre o Manchester City pela Premier League, e o técnico Unai Emery explicou que o desempenho do meio-campista inglês “não atingiu o nível exigido”, colocando Emiliano Buendía, Morgan Rogers e Ross Barkley à frente na hierarquia para a função de camisa 10.

    Por que Elliott perdeu espaço?

    Elliott, emprestado pelo Liverpool com obrigação de compra ao final da temporada, disputou apenas 167 minutos desde que chegou a Villa Park no fim da janela de transferências. O jovem de 22 anos foi titular uma única vez na Premier League 2025/26 e não entra em campo há quatro rodadas. Mesmo no rodízio da última quinta-feira, na Liga Europa contra o Go Ahead Eagles, permaneceu no banco.

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    Emery detalhou após o jogo contra o City: “Ele treina bem, mas suas atuações não foram o que precisávamos. Nossas exigências são altas e há jogadores rendendo mais na mesma posição.” A fala indica que o comando técnico vê Elliott atrás de Buendía, Rogers e Barkley na função central do 4-2-3-1 preferido pelo espanhol.

    Raio-X da disputa interna

    Minutagem na Premier League 2025/26

    • Emiliano Buendía – 720 minutos (8 jogos como titular)
    • Morgan Rogers – 485 minutos (5 como titular, 3 como reserva)
    • Ross Barkley – 312 minutos (recém-recuperado de lesão)
    • Harvey Elliott – 167 minutos (1 como titular, 4 aparições no banco)

    Produção ofensiva

    • Buendía – 2 gols, 3 assistências, 1,9 chances criadas/jogo
    • Rogers – 1 gol, 1 assistência, 1,3 chances criadas/jogo
    • Barkley – 0 gol, 1 assistência, 1,1 chances criadas/jogo
    • Elliott – 0 gol, 0 assistência, 0,6 chances criadas/jogo

    Os números ilustram a avaliação de Emery: Buendía e Rogers entregam volume de criação superior, enquanto Barkley oferece experiência e presença física em jogos de maior contato.

    Contexto tático: exigências de Emery para o camisa 10

    O Aston Villa de 2025/26 manteve a estrutura 4-2-3-1 que garantiu vaga europeia na temporada passada. O camisa 10 precisa:

    1. Pressionar alto na saída adversária — Villa registra 8,2 recuperações no terço final por jogo.
    2. Atacar o espaço entre linhas para servir Ollie Watkins, artilheiro do time com 6 gols.
    3. Auxiliar na recomposição, formando linha de quatro no meio sem a bola.

    Até o momento, Elliott demonstra qualidade técnica, mas menor intensidade defensiva e leitura posicional em comparação aos concorrentes, fatores cruciais para Emery.

    Impacto imediato na temporada

    Elliott não poderá enfrentar o Liverpool na próxima rodada por cláusula contratual de empréstimo. A ausência significa, na prática, mais uma semana sem minutos, enquanto Barkley ganha ritmo e Buendía consolida a titularidade. O Villa, atualmente no G-4, busca consistência para sustentar a vaga na Champions League.

    O que vem pela frente?

    Com o calendário apertado — Premier League, Liga Europa e Copa da Inglaterra —, oportunidades devem surgir em novembro e dezembro. Para reconquistar espaço, Elliott precisará traduzir os elogios ao “comprometimento” em métricas de jogo: intensidade sem bola, participação em gols e regularidade. A evolução do ex-Fulham será monitorada de perto, pois o clube tem obrigação de compra estimada em €35 milhões e precisa validar o investimento.

    Resta saber se o jovem conseguirá se adaptar às exigências táticas de Emery antes da janela de inverno, quando o Villa poderá buscar opções adicionais para o setor. Nas próximas semanas, a participação do meia em partidas da Liga Europa pode servir como termômetro para sua recuperação dentro do elenco.

    Com informações de Liverpool.com

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