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    Belo Horizonte, 21h30 – Arena MRV. O atacante Hulk, maior artilheiro do clássico entre Atlético-MG e Cruzeiro no século XXI, ainda não sabe se começará entre os titulares de Jorge Sampaoli nesta quarta-feira, mas a simples possibilidade de sua presença já influencia o planejamento celeste.

    Por que Hulk continua sendo o “fator X” contra o Cruzeiro

    Desde que chegou ao clube alvinegro, Givanildo de Sousa tem 9 gols em 15 partidas diante do maior rival — média de um gol a cada 133 minutos. O número o coloca ao lado de Diego Tardelli como o maior artilheiro do dérbi no século e na quinta posição entre todos os tempos do Atlético-MG. Para o Cruzeiro, essa eficiência representa um alerta tático: qualquer descuido no corredor central, onde Hulk costuma receber de costas para o gol, pode custar caro.

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    Dúvida na escalação: o que Sampaoli busca com a possível rotação

    No duelo anterior, contra o Sport, o treinador optou por Dudu e Rony no ataque, segurando Hulk até os 22 minutos da segunda etapa. A escolha indica critério físico e de intensidade na pressão pós-perda, elemento valorizado por Sampaoli em jogos de maior transição. Caso o camisa 7 inicie novamente no banco, a ideia é lançá-lo na fase em que as linhas rivais estiverem mais espaçadas, potencializando o chute de média distância que tanto o caracteriza.

    Raio-X de Hulk em 2024

    • Partidas: 38
    • Gols: 16 (último em 14/08, 2-1 sobre o Godoy Cruz na Sul-Americana)
    • Assistências: 4
    • Participações diretas em gols: 20 (líder do elenco)
    • Últimos gols no Brasileirão: 2 em 20/07, na derrota por 3-2 para o Palmeiras
    • Minutos por participação: 148

    Impacto na estratégia do Atlético-MG

    A decisão sobre a titularidade de Hulk interfere diretamente no modelo de ataque posicional do Galo. Com ele em campo desde o início, Sampaoli ganha um pivot de força física para segurar os zagueiros rivais, liberando os meias para infiltrações. Sem ele, o time tende a acelerar pelos flancos, apostando na mobilidade de peças como Dudu e Rony. Contra um Cruzeiro que sofre para recompor pelo lado — foram 12 gols sofridos em lances de cruzamento nesta Série A —, a presença de Hulk pode ser decisiva no jogo aéreo ou em sobras de segunda bola.

    O que está em jogo no clássico

    Além do prestígio regional, o resultado tem peso na briga pela parte de cima da tabela: o Atlético precisa vencer para se manter no pelotão de G-6, enquanto o Cruzeiro tenta se afastar da zona intermediária. Um Hulk inspirado amplia as chances alvinegras de converter posse em gols — déficit que o time sentiu nas últimas quatro rodadas, quando finalizou 59 vezes e marcou apenas três.

    Próximo capítulo: caso confirme a titularidade e reencontre o caminho das redes, Hulk pode se isolar como maior artilheiro do confronto no século e reacender a disputa pela artilharia interna da temporada. Por outro lado, nova atuação discreta reforçaria a necessidade de Sampaoli buscar alternativas ofensivas para a reta final do Brasileirão.

    Com informações de Fala Galo

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