Quem: Manchester City; o quê: retorno de John Stones aos treinos e situação de outros lesionados; quando: sessão desta quarta-feira (véspera do duelo pela Champions); onde: City Football Academy, Manchester; por quê: preparação para enfrentar o Napoli na quinta-feira e o Arsenal no domingo.
Retorno de John Stones reforça a zaga antes da Champions
Ausente no clássico de fim de semana contra o Manchester United por uma lesão muscular sofrida com a seleção inglesa, John Stones participou normalmente da atividade desta quarta-feira. A reintegração do zagueiro dá a Pep Guardiola uma alternativa importante para conter o ataque do Napoli, campeão italiano em 2023 e quarto melhor da Série A em gols marcados na atual temporada.
Kalvin Phillips treina; quarteto ainda no DM
Também visto em campo, Kalvin Phillips permanece disponível para rotação no meio-campo. Por outro lado, quatro atletas seguem em tratamento e estão fora do compromisso continental e da viagem ao Emirates Stadium no domingo:
- Marmoush (joelho) – Lesionado aos 4 minutos do amistoso Egito x Burkina Faso, retorna apenas em 5/10 contra o Brentford.
- Cherki (coxa) – Dois meses fora; previsão de volta em 26/10, diante do Aston Villa.
- Rayan Aït-Nouri (tornozelo) – Machucado na estreia em casa contra o Tottenham. Desfalca até, no mínimo, 21/9 contra o Arsenal.
- Mateo Kovacic (tendão de Aquiles) – Operado no fim da temporada passada; retorno projetado para 18/10, contra o Everton.
Raio-X das ausências
Gols sofridos sem Stones: o City leva em média 0,8 gol por jogo na Premier League 2023/24; sem o inglês em campo, o índice sobe para 1,3.
Participação de Kovacic: 0 min nesta temporada; o croata foi o líder em passes progressivos do time no último Mundial de Clubes.
Jogos que podem ser perdidos pelo quarteto: até 10 partidas somadas entre Champions, Premier League e Copa da Liga, dependendo da recuperação.
Impacto imediato contra Napoli e Arsenal
Com Stones apto, Guardiola volta a ter a opção do sistema 3-2-4-1 que potencializa a saída de bola pelo corredor direito. A tendência é que o inglês forme a última linha ao lado de Rúben Dias e Gvardiol, liberando Walker como apoio interno. Já a ausência de Aït-Nouri obriga o técnico a manter Gvardiol ou Akanji pelo lado esquerdo, enquanto a falta de Kovacic limita o rodízio no meio-campo, onde Rodri e De Bruyne acumulam minutos elevados.
Imagem: Internet
No Emirates, quatro dias depois, o City encara um Arsenal que tem 85 % de aproveitamento como mandante em 2023. A eventual volta antecipada de algum lesionado é considerada improvável, o que mantém Guardiola dependente da solidez defensiva recém-recuperada com Stones para segurar um dos ataques mais eficientes da liga.
Conclusão: o retorno de John Stones devolve equilíbrio tático e moral ao Manchester City às vésperas de uma sequência decisiva, mas o cronograma de recuperação de Marmoush, Cherki, Aït-Nouri e Kovacic deixa o elenco curto em posições-chave. A gestão de minutos e a versatilidade de peças como Akanji e Bernardo Silva serão determinantes nas próximas semanas, especialmente se o clube avançar na Champions e mantiver a perseguição à liderança da Premier League.
Com informações de Manchester Evening News