More

    Roma, niente festa di Natale: i Friedkin decidono di donare il budget in beneficenza

    Anúncios

    Roma, 4 de dezembro de 2025 – Dan e Ryan Friedkin, proprietários da AS Roma, decidiram transformar o tradicional orçamento da festa de Natal do clube – estimado em centenas de milhares de euros – em doações para três instituições beneficentes da capital italiana: Ospedale Bambino Gesù, Telethon e Associação Andrea Tudisco. Em vez de um evento cinco estrelas, jogadores, comissão técnica e funcionários farão apenas um brinde simbólico no centro de treinamento de Trigoria.

    Decisão: do glamour à solidariedade

    Ao abrir mão da festa corporativa, os Friedkin sinalizam que a prioridade de 2025 é o impacto social. Grandes clubes da Serie A costumam desembolsar entre 200 e 500 mil euros em celebrações natalinas que incluem locação de espaços, catering premium e atrações musicais. O montante agora será redirecionado para causas ligadas à saúde infantil e à pesquisa científica, áreas historicamente apoiadas pelo futebol italiano.

    Anúncios

    Para onde vai o dinheiro?

    Ospedale Bambino Gesù: referência europeia em pediatria, atende mais de 30 mil internações anuais.
    Telethon: fundação que financia pesquisas sobre doenças genéticas raras; já investiu mais de 600 milhões de euros em ciência desde 1990.
    Associação Andrea Tudisco: oferece hospedagem e suporte a famílias de crianças em tratamento médico prolongado.

    Quanto custa uma festa de clube da Serie A?

    Segundo empresas de organização de eventos em Roma, um jantar de gala para elencos profissionais pode envolver:
    Aluguel de locação premium: 80–150 mil €;
    Buffet para 300 pessoas: 60–100 mil €;
    Iluminação, som e decoração: 30–50 mil €;
    Atrações artísticas: 40–80 mil €.
    O gesto da Roma, portanto, deverá garantir um aporte significativo às entidades beneficiadas.

    Histórico social da Roma e do grupo Friedkin

    A iniciativa não é isolada. Desde a criação do programa Roma Cares em 2014, o clube coleciona ações de responsabilidade social – da doação de EPIs durante a pandemia de 2020 a campanhas de doação de sangue no Estádio Olímpico. Já o grupo Friedkin mantém fundações voltadas a educação e conservação ambiental nos Estados Unidos, reforçando o viés filantrópico da família.

    Impacto para elenco e funcionários

    Internamente, a mudança foi bem recebida. Jogadores e staff participarão de um simples brinde em Trigoria, mantendo o clima de confraternização sem comprometer a rotina de treinos. A temporada 2025/26 reserva à Roma compromissos decisivos na briga por vagas europeias, e a decisão elimina deslocamentos e distrações às vésperas da reta final do primeiro turno.

    O que esperar nos próximos meses

    Além do ganho reputacional, a iniciativa poderá inspirar ações semelhantes em outros clubes italianos – ainda mais em um cenário econômico que exige responsabilidade social. No curto prazo, o gesto tem potencial de fortalecer o engajamento da torcida com programas de doação ligados ao clube e, esportivamente, mantém o foco do elenco na sequência de jogos contra Atalanta e Juventus antes do recesso de inverno.

    Conclusão prospectiva: Ao trocar luxo por solidariedade, a Roma reforça sua identidade comunitária e projeta uma imagem de gestão consciente. Resta acompanhar se o modelo criado pelos Friedkin se consolidará como tradição anual e se influenciará a cultura corporativa no futebol italiano.

    Com informações de Corriere dello Sport

    Anúncios

    Artigos relacionados

    Anúncio spot_img

    Artigos recentes