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    Rybakina prevalece em ‘batalha’ contra Pegula e vai à final do Australian Open contra Sabalenka

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    Melbourne, 29 de janeiro de 2026 – A cazaque Elena Rybakina, 26 anos, está de volta à final do Australian Open. Número 5 do ranking da WTA, ela derrotou a norte-americana Jessica Pegula (6º) por 2 sets a 0, parciais de 6/3 e 7/6 (9-7), na Rod Laver Arena, e garantiu a revanche contra Aryna Sabalenka – sua algoz na decisão de 2023 – marcada para o próximo sábado (31).

    Equilíbrio pré-jogo e a quebra decisiva do 1º set

    O histórico entre as tenistas indicava duelo parelho: três vitórias para cada lado nos seis encontros anteriores. Rybakina, porém, impôs ritmo agressivo desde os primeiros games, alcançando a quebra no quinto game e sustentando a vantagem até fechar o set em 6/3. Foi o primeiro set perdido por Pegula em toda a campanha.

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    Segundo set: trocas de quebra, match points salvos e tiebreak dramático

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    Pegula reagiu, devolvendo a quebra inicial para igualar em 2/2. A campeã de Wimbledon 2022 voltou a pressionar o saque adversário e abriu 5/3, mas viu a norte-americana salvar três match points, devolver a quebra e empatar em 5/5. A definição foi ao tiebreak, no qual a norte-americana teve três set points. Rybakina manteve a consistência nos pontos longos, virou para 9/7 e selou a classificação.

    Raio-X da semifinal

    • Head-to-head agora: Rybakina 4 x 3 Pegula
    • Grand Slams de Rybakina: 1 título (Wimbledon 2022) e 2 finais de Australian Open (2023 e 2026)
    • Ranking atual: Rybakina #5 | Pegula #6
    • Campanha em Melbourne 2026: Rybakina venceu todos os jogos por 2 a 0; Pegula chega à semi sem perder set antes desta derrota
    • Vitórias sobre top 10: Rybakina eliminou Iga Swiatek (#2) nas quartas; Pegula havia superado Barbora Krejcikova (#9) nas oitavas

    O que muda para a decisão contra Sabalenka

    A final de 2026 reedita o confronto de 2023, vencido pela bielorrussa em três sets. Desde então, Rybakina aprimorou variação de ritmo no backhand e encurtou pontos com maior eficiência no segundo saque, elementos que podem ser cruciais diante da potência de Sabalenka. A cazaque também chega com 86% de aproveitamento de primeiro saque no torneio, segundo dados oficiais da WTA, indicador que reduz a exposição em rallies longos, ponto forte da adversária.

    Próximos passos e impacto no ranking

    O título em Melbourne garantirá 2.000 pontos no ranking. Caso vença, Rybakina pode ultrapassar virtualmente as posições acima e igualar seu melhor ranking histórico (número 3). Para Sabalenka, a derrota significaria perda parcial dos pontos do título de 2023 e possível queda na classificação. Além do aspecto numérico, o confronto vale a consolidação do que se desenha como uma das grandes rivalidades do circuito feminino pós-era Barty/Osaka.

    Conclusão: A vitória sobre Pegula confirma o momento ascendente de Rybakina, que combina potência de saque e maturidade tática para se manter entre as candidatas a múltiplos títulos de Grand Slam. A final de sábado promete alto impacto na corrida por posições no topo da WTA e pode redefinir o balanço de forças na temporada 2026.

    Com informações de ESPN.com.br

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