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    Xavi dispara e diz que Messi não voltou ao Barcelona por causa do presidente: ‘Ele está mentindo’

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    Barcelona (ESP), 9 de março de 2026 – Em entrevista ao jornal La Vanguardia, o ex-técnico Xavi Hernández afirmou que Lionel Messi “só não voltou ao Barcelona em 2023 porque o presidente Joan Laporta desistiu da operação”, descartando problemas financeiros ou impedimentos da LALIGA.

    O que Xavi revelou na conversa

    Segundo o antigo comandante blaugrana, as tratativas recomeçaram logo após a Copa do Mundo do Catar. Entre janeiro e março de 2023, Xavi dialogou diretamente com Messi, que teria sinalizado positivamente para regressar ao Camp Nou. O treinador diz que:

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    • Laporta chegou a negociar contrato com Jorge Messi;
    • A liga espanhola já dera o “sinal verde” para a inscrição;
    • A diretoria recuou por temer “uma guerra” com o astro argentino.
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    Laporta rebateu, declarando ter sido o próprio Messi quem optou por seguir outro caminho antes de assinar com o Inter Miami.

    Encaixe tático: onde Messi jogaria no Barça de 2023

    À época, o Barcelona atuava majoritariamente no 4-3-3 com Robert Lewandowski fixo na área, dois extremos de velocidade e meio-campistas responsáveis por amplitude interior. O retorno de Messi apontava para três cenários:

    1. Falso ponta direito – função histórica do argentino, entrando em diagonal para criar superioridade numérica;
    2. Meia central criativo – opção testada por Xavi em alguns jogos, abrindo espaço para Raphinha ou Dembélé nas beiradas;
    3. Segundo atacante – mais próximo de Lewandowski, potencializando última bola e finalizações de média distância.

    A presença de Messi poderia elevar o índice de passes chave do setor ofensivo, que em 2022/23 foi de 12,4 por jogo, longe do pico de 15,7 registrado na temporada 2018/19 (última dele no clube).

    Raio-X em números

    • Messi 2022/23 (PSG): 41 partidas, 21 gols, 20 assistências, participação direta em 0,99 gol por jogo.
    • Barcelona 2022/23 (La Liga): campeão com 88 pontos, melhor defesa (20 gols sofridos) e 70 gols marcados – média de 1,84 por partida.
    • Xavi no comando (nov/2021 – mai/2024): 142 jogos – 89 vitórias, 24 empates, 29 derrotas (62,68% de aproveitamento).

    Com base nesses indicadores, a inserção de Messi prometia ampliar a taxa de conversão de chances criadas, então em 11,8%, para patamares próximos aos 14% observados na era MSN (2014-2017).

    Impacto institucional: tensão no topo do Barça

    As declarações de Xavi intensificam a pressão sobre Laporta em um momento de reconstrução financeira e esportiva. Internamente, ruídos entre diretoria e comissão técnica podem afetar decisões de mercado no próximo verão europeu, quando o clube estuda reforços para meio-campo e lateral direita.

    Próximos compromissos já sob holofotes

    O Barcelona volta a campo contra o Newcastle, na Inglaterra, em 10/03, pela Champions League. Três dias depois recebe o Sevilla pela La Liga. Qualquer resultado adverso tende a alimentar questionamentos sobre a gestão Laporta – agora exposta pela versão de Xavi.

    Conclusão prospectiva

    Se confirmadas as divergências internas, o Barcelona pode enfrentar novos desafios para atrair grandes nomes no mercado e manter a estabilidade do elenco. A repercussão dessa entrevista ainda deve ecoar nas assembleias de sócios e nos corredores do Camp Nou, sinalizando um cenário político tenso às vésperas da reta decisiva da temporada 2025/26.

    Com informações de ESPN Brasil

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