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    Coritiba lista 4 técnicos do Brasileirão para suceder Mozart em 2026; veja nomes

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    Coritiba abre 2026 em busca de novo treinador: depois da saída de Mozart, campeão da Série B, o clube paranaense negocia com Fernando Seabra, Thiago Carpini e Renato Paiva; Roger Machado foi sondado, mas salário e composição da comissão técnica travaram o acordo.

    Por que o Coritiba troca de técnico mesmo após o título da Série B?

    Embora Mozart tenha conquistado o acesso e o troféu da Série B em 2025, a diretoria entende que a exigência tática e física da Série A demanda um perfil diferente. A transição de um campeonato para outro costuma expor fragilidades: em 2024, por exemplo, apenas 2 dos 4 clubes que subiram mantiveram o mesmo técnico até a 15ª rodada da elite. O movimento do Coxa visa antecipar ajustes e mitigar riscos de queda imediata.

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    Raio-X dos quatro treinadores considerados

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    Roger Machado (47J | 53,1% de aproveitamento no Inter)
    • Recusado devido a custo dobrado em relação a Mozart.
    • Reconhecido por pressionar alto com linhas de 4-2-3-1.

    Fernando Seabra (49J | 39,4% no Bragantino)
    • Preferência por saída sustentada em 3+1, potencial para usar laterais ofensivos do elenco coxa-branca.
    • Livre no mercado, fator que reduz custos de rescisão.

    Thiago Carpini
    • Vitória 2025: 39J | 52,1%
    • Juventude 2025: 20J | 38,3%
    • Conhecido por mobilidade no 4-3-3, mas sofre em transições defensivas — setor em que o Coritiba levou 31% dos seus gols em contra-ataques na Série B.

    Renato Paiva
    • Botafogo 2025: 23J | 56,5%
    • Fortaleza 2025: 10J | 20%
    • Adepto do 3-4-3 posicional, exige zagueiros que iniciem construção. O Coxa tem média de 46,7 passes certos por zagueiro por jogo (Série B), abaixo da média da Série A (55,3).

    Como cada perfil se encaixa no elenco atual

    Pressão alta de Seabra pode potencializar atletas velozes como Reinaldo em transições curtas.
    Carpini tende a utilizar um meio-campo físico; a presença de Regis (83% de passes certos) encaixa no papel de segundo volante construtor.
    Paiva exigiria investimento em zagueiros de saída curta e ala esquerdo de profundidade — lacunas já mapeadas pelo departamento de scouting.

    Impacto na planificação de mercado

    A escolha do treinador definirá prioridades de reforços antes da abertura da janela de janeiro:

    • Seabra: goleiro com jogo de pés avançado.
    • Carpini: volante de primeiro passe e cobertura.
    • Paiva: zagueiro pela esquerda e ala ofensivo.

    O orçamento estimado para contratações gira em R$ 30 milhões, mas pode aumentar caso o clube feche com um técnico de alta pedida salarial, diluindo verba de elenco.

    Cenário para a temporada 2026

    O Coritiba estreia na Série A em abril e tem, portanto, cerca de 120 dias para:

    1. Definir o técnico.
    2. Concluir pré-temporada de quatro semanas — planejada em Foz do Iguaçu.
    3. Registrar reforços até 1º de março.

    Um início sólido é crucial: nas últimas cinco edições do Brasileirão, equipes com menos de 10 pontos nas 10 primeiras rodadas tiveram 64% de chance de rebaixamento.

    No curto prazo, a diretoria deve fechar com o novo comandante até a segunda semana de dezembro para assegurar participação na montagem do elenco, minimizando tempo de adaptação tática e maximizando a competitividade logo no primeiro trimestre de 2026.

    Com informações de ESPN Brasil

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