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    Escócia: o que espera Brasil no último jogo da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026

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    Quem: Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti e Seleção Escocesa.
    O quê: Confronto que encerra a fase de grupos da Copa do Mundo de 2026.
    Quando: 24 de junho de 2026.
    Onde: Sede a ser confirmada entre Estados Unidos, México ou Canadá.
    Por quê: Resultado do sorteio que colocou Brasil, Escócia, Marrocos e Haiti no mesmo grupo.

    Escócia volta ao Mundial após 28 anos de ausência

    A classificação escocesa encerrou um hiato que dura desde a Copa de 1998. O retorno foi construído com quatro vitórias em seis partidas nas Eliminatórias Europeias, campanha selada de maneira dramática sobre a Dinamarca, com um gol de bicicleta e outro do meio-campo na rodada final. O desempenho colocou a equipe na 36ª posição do ranking da FIFA e devolveu ao país o status de participante de Copa do Mundo.

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    Líderes técnicos e modelo de jogo

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    O capitão Andrew Robertson (Liverpool) sustenta o lado esquerdo, enquanto Scott McTominay (Napoli) dita o ritmo no meio. Nas Eliminatórias, o técnico Steve Clarke alternou entre o 3-4-2-1 e o 4-3-3, priorizando transições rápidas. Contra seleções de maior posse de bola, a Escócia costuma baixar as linhas e explorar lançamentos longos para os atacantes móveis, cenário provável diante do Brasil de Ancelotti.

    Retrospecto em Copas: vantagem brasileira

    Os dois países já se encontraram quatro vezes em Mundiais, sempre na fase de grupos. O Brasil venceu em 1982, 1990 e 1998; o empate foi em 1974 (0 × 0). Ou seja, a Escócia jamais derrotou a Seleção em Copas.

    Raio-X da campanha escocesa nas Eliminatórias

    Jogos: 6
    Vitórias: 4
    Gols decisivos: 2 (1 bicicleta, 1 de meio-campo contra a Dinamarca)
    Artilheiro: McTominay, 3 gols
    Defesa: sofreu gol em 50% das partidas

    Como fica o Grupo do Brasil

    O duelo com a Escócia é o último compromisso da Seleção. Em formato de 48 equipes, apenas dois resultados favoráveis nas duas primeiras rodadas não garantem mais a classificação direta; o saldo de gols pode ser determinante. Se Marrocos repetir o desempenho que o levou às semifinais em 2022 e o Haiti surpreender, o encontro Brasil × Escócia pode valer liderança de grupo ou até vaga, a depender de combinações.

    Cenário tático para Ancelotti

    A profundidade de Robertson obriga atenção ao corredor direito brasileiro — setor que pode ter Danilo ou Yan Couto. No meio, McTominay costuma atacar o espaço atrás dos volantes adversários; portanto, o posicionamento de Casemiro (ou substituto) será decisivo. A bola parada defensiva também requer ajuste: dos últimos seis gols escoceses, dois nasceram de cobranças de falta lateral.

    Impacto futuro

    Além de encaminhar a classificação, o desempenho diante da Escócia servirá de termômetro para o mata-mata: a partida cairá exatamente uma semana antes da estreia das oitavas de final. Controlar minutos de titulares, administrar cartões e testar alternativas táticas contra blocos baixos podem fazer a diferença no caminho brasileiro rumo ao segundo título sob comando de Carlo Ancelotti.

    Com informações de ESPN

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