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    Pick Steve Clarke’s Scotland team for World Cup qualifier v Greece

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    Glasgow (Hampden Park), 9 de outubro, 19h45 (BST) — Após somar quatro pontos nos dois primeiros compromissos das Eliminatórias para a Copa do Mundo, a seleção da Escócia recebe a Grécia em um duelo direto neste quinta-feira. O técnico Steve Clarke estuda mudanças no gol e no sistema de jogo para neutralizar um adversário que já eliminou os escoceses na repescagem da Nations League em março.

    Por que o confronto é decisivo

    A vitória sobre Belarus (2 x 0) e o empate fora de casa com a Dinamarca deram à Escócia a segunda melhor arrancada do grupo, mas a Grécia — carrasca no primeiro semestre — pode igualar ou ultrapassar os britânicos em caso de novo triunfo. Jogar em Hampden Park transforma o encontro em oportunidade dupla: pontuar e, ao mesmo tempo, deixar um concorrente direto para trás.

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    O dilema do gol: Craig Gordon x Angus Gunn

    Clarke surpreendeu ao convocar Craig Gordon, de 41 anos, mesmo sem minutos oficiais pelo Hearts na temporada. O veterano perdeu espaço após grave lesão na perna, mas soma 74 jogos pela seleção e foi titular em boa parte do ciclo anterior.

    O atual dono da posição, Angus Gunn, também vive situação peculiar: não entrou em campo pelo Nottingham Forest desde agosto, mas iniciou as duas partidas de setembro nas Eliminatórias. A decisão entre experiência e ritmo de jogo inexiste, já que nenhum dos dois está atuando; o que pesa, portanto, é a confiança de vestiário e o histórico recente.

    Sistema de jogo: 4-4-2 aguerrido ou 4-2-3-1 mais criativo?

    No 0 x 0 contra a Dinamarca, a Escócia abandonou o tradicional 3-5-2 e surpreendeu com um 4-4-2 engessado, garantindo a primeira partida sem sofrer gols em 2024. Dias depois, contra Belarus, Clarke voltou ao 4-2-3-1, escalando John McGinn, Scott McTominay e Ben Gannon-Doak atrás de Che Adams. O desempenho não foi brilhante, mas rendeu três pontos.

    O histórico recente contra a Grécia sugere cautela: na derrota por 3 x 0 em março, os escoceses sofreram especialmente pelos lados. Um 4-4-2 com linhas baixas protegeria os corredores, enquanto o 4-2-3-1 daria mais posse e aproximação para quebrar a defesa grega, que costuma atuar em bloco médio.

    Raio-X dos números

    Desempenho escocês em 2024 (competições oficiais)
    — Jogos: 4
    — Vitórias: 2
    — Empates: 1
    — Derrotas: 1
    — Gols marcados: 4
    — Gols sofridos: 3

    Pick Steve Clarke’s Scotland team for World Cup qualifier v Greece - Imagem do artigo original

    Imagem: Internet

    Últimos confrontos Escócia x Grécia
    — Março/2024 (Glasgow): Escócia 0 x 3 Grécia
    — Fevereiro/2024 (Atenas): Grécia 0 x 1 Escócia
    — Agregado da repescagem da Nations League: 3 x 1 para a Grécia

    Impacto futuro na tabela

    Se vencer, a Escócia pode chegar a 7 pontos e assumir, no mínimo, a vice-liderança provisória do grupo, mantendo a própria classificação nas mãos antes do segundo jogo da data FIFA, em casa, ainda sem adversário fácil. Um tropeço, contudo, reabrirá o caminho para a Grécia, que já mostrou capacidade de pontuar fora de casa neste ciclo.

    Conclusão prospectiva

    O encontro de quinta-feira coloca Steve Clarke diante de decisões estratégicas que podem moldar o restante das Eliminatórias: a experiência de Gordon ou a confiança em Gunn, além do equilíbrio entre solidez e criatividade na escolha do esquema. A resposta em Hampden dará pistas claras sobre a maturidade tática dessa geração e definirá o tom para a sequência rumo à Copa de 2026.

    Com informações de BBC Sport

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