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    De Alcaraz e Djokovic a Sabalenka, os milhões que valem final do Australian Open e o que assistir no Disney+

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    Melbourne (29/01/2026) – Aryna Sabalenka e Elena Rybakina, no feminino, já carimbaram lugar na decisão do Australian Open, enquanto Novak Djokovic, Jannik Sinner, Carlos Alcaraz e Alexander Zverev disputam na madrugada de sexta (30) – horário de Brasília – as duas vagas restantes. Todos já garantiram ao menos US$ 870 mil (R$ 4,5 milhões) em prêmios, numa edição que distribui valores recordes e é transmitida ao vivo no plano Premium do Disney+.

    Por que a premiação de 2026 é histórica?

    O torneio elevou a premiação total em 16% em relação a 2025, chegando a US$ 77,6 milhões (R$ 402,9 milhões). Entre os quatro Grand Slams, apenas o US Open paga mais: US$ 85 milhões. O aumento faz parte da estratégia da Tennis Australia para manter o evento competitivo e valorizar atletas que, cada vez mais, têm calendários enxutos para priorizar grandes torneios.

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    Raio-X financeiro do Australian Open 2026

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    Semifinalistas: US$ 870 mil (R$ 4,5 mi) cada.

    Finalistas: US$ 1,49 mi (R$ 7,73 mi) cada.

    Campeões: US$ 2,89 mi (R$ 15 mi) cada.

    Prêmio acumulado do vencedor (todas as fases somadas): US$ 5,1 mi (R$ 26,4 mi).

    Contexto competitivo: o que cada protagonista busca em Melbourne

    Novak Djokovic – Atual nº 1 do mundo, persegue o 25º título de Grand Slam, o que o isolaria ainda mais como maior vencedor da história. Ele soma 10 troféus apenas em Melbourne e, em 2025, teve aproveitamento de 90% em partidas de Major.

    Jannik Sinner – Primeiro italiano a chegar a duas semifinais seguidas de Slam desde 1978, apresenta média de 11 aces por jogo no torneio e tenta encerrar tabu de 50 anos sem título masculino para a Itália.

    Carlos Alcaraz – Campeão de Wimbledon 2025, lidera o circuito em games vencidos de devolução (32%) nesta temporada e tenta conquistar o primeiro troféu na Austrália para se tornar o mais jovem a erguer três Slams em pisos diferentes.

    Alexander Zverev – Voltou ao top 5 após título do ATP Finals 2025 e ainda busca a primeira final em Melbourne; venceu 85% dos pontos com o primeiro saque na quinzena.

    Aryna Sabalenka – Defende o título do Australian Open, chega à final cedendo apenas 19 games em seis jogos e lidera o torneio em winners (175).

    Elena Rybakina – Campeã de Wimbledon 2022, tenta segundo Slam da carreira; seu índice de pontos ganhos no segundo saque é de 56%, o melhor entre as finalistas.

    Distribuição igualitária: homens e mulheres no mesmo patamar

    Desde 2001, o Australian Open paga prêmios iguais a homens e mulheres – política que se consolidou nos demais Slams apenas em 2007. A manutenção da isonomia reforça o torneio como referência em equidade de gênero no tênis profissional.

    Impacto para a temporada 2026

    Quem levantar o troféu somará 2.000 pontos no ranking, essencial para a corrida ao topo da ATP e WTA. Com Indian Wells e Miami logo na sequência, uma campanha forte em Melbourne costuma servir de termômetro: nas últimas cinco temporadas, quatro campeões de Slam em janeiro terminaram o ano como nº 1.

    Além das simples: decisão de duplas mistas e agenda da NHL

    Na noite de quinta (29), Olivia Gadecki/John Peers (NZL) encaram Manuel Guinard/Kristina Mladenovic (FRA) pela final de duplas mistas, prevista para 22h. Já o fã de esportes americanos terá rodada cheia da NHL a partir das 21h no Disney+, com destaque para Tampa Bay Lightning x Winnipeg Jets.

    Próximos capítulos: independentemente dos resultados, o Australian Open 2026 já entra para a história pela premiação recorde. A definição dos campeões impactará diretamente o ranking e o planejamento dos atletas para a gira norte-americana de março, tornando Melbourne o primeiro ponto de inflexão da temporada.

    Com informações de ESPN Brasil

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