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    Abel diz que pênaltis para o Palmeiras ‘se acabaram’ após polêmica contra o São Paulo: ‘Depois daquela gritaria toda…’

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    Porto Alegre (12/02/2026) – Depois de vencer o Internacional por 3 a 1 no Beira-Rio, o técnico Abel Ferreira afirmou que o Palmeiras não teve mais pênaltis marcados a seu favor desde a polêmica do clássico contra o São Paulo, em novembro de 2025, e citou um possível toque em Vitor Roque não assinalado pela arbitragem na partida desta quinta-feira.

    O que motivou o desabafo de Abel Ferreira

    Logo aos 8 minutos, Roque recebeu dentro da área e caiu após contato com o zagueiro Vitão. O VAR checou o lance, mas o jogo seguiu. Em entrevista coletiva, Abel classificou o contato como “pênalti claro” e emendou:

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    “Depois daquela gritaria toda no clássico com o São Paulo, os pênaltis para o Palmeiras se acabaram”, disse o treinador, referindo-se ao lance em Tapia que gerou forte discussão no Choque-Rei do Brasileirão 2025.

    Entenda a origem da polêmica no Choque-Rei de 2025

    No duelo realizado no Morumbi, Tapia foi derrubado por Pablo Maia dentro da área, mas a arbitragem interpretou como lance normal. O São Paulo venceu por 1 a 0, resultado que complicou a briga palmeirense pelo tri consecutivo. Na ocasião, o clube tricolor divulgou nota oficial reclamando de suposto “excesso” de pênaltis para o rival, o que inflamou o debate público.

    Raio-X: pênaltis do Palmeiras nas últimas temporadas

    • Brasileirão 2024: 6 pênaltis a favor (4º no ranking geral)
    • Brasileirão 2025: 8 pênaltis a favor (3º no ranking geral, segundo Footstats)
    • Brasileirão 2026: 0 pênaltis marcados nas 5 primeiras rodadas

    O dado reforça a percepção de Abel de que o time deixou de ter penalidades assinaladas após o episódio com o São Paulo. Embora o recorte de 2026 ainda seja curto, a equipe permanece sem penalidades mesmo liderando o índice de ações ofensivas na área adversária (média de 28 toques por jogo, de acordo com o Scout Infoball).

    Gestão de elenco e o peso dos acréscimos

    Além do pênalti não marcado, Abel criticou os 9 minutos de acréscimo. O treinador calcula que, somados, os minutos extras equivalem a quase meio jogo a cada quatro rodadas, aumentando o risco de lesões. Em 2025, o Palmeiras liderou o ranking de minutos jogados acima dos 90 (média de 8,4 por partida).

    Impacto na tabela e nos próximos compromissos

    A vitória manteve o Palmeiras no pelotão de cima do Brasileirão, agora com 10 pontos em 5 jogos (aproveitamento de 66,7%). A sequência prevê:

    • Guarani (C) – 15/02, 20h30 – Paulistão: oportunidade de poupar titulares.
    • Fluminense (C) – 25/02, 21h30 – Brasileirão: duelo direto por vaga no G-4.
    • Vasco (F) – 12/03, 19h30 – Brasileirão: viagem longa que exige rodízio devido ao desgaste apontado por Abel.

    O que esperar daqui para frente?

    A cobrança pública de Abel tende a aumentar a vigilância sobre a arbitragem nos próximos jogos. Se os pênaltis continuarem escassos, a diretoria pode solicitar reunião formal com a CBF para apresentar dados comparativos. Em campo, o Palmeiras aproveita o bom momento ofensivo — Roque marcou em três partidas seguidas —, mas precisará gerenciar minutos para evitar baixas físicas no período que antecede a fase decisiva do Paulistão.

    Conclusão Prospectiva: O desabafo de Abel Ferreira reacende o debate sobre critérios de arbitragem e evidencia a preocupação do treinador com o acúmulo de minutos extras. A reação da Comissão de Arbitragem e o comportamento dos juízes nas próximas rodadas serão determinantes não apenas para a relação entre clube e CBF, mas também para a manutenção do Palmeiras na disputa pelo topo da tabela em 2026.

    Com informações de ESPN Brasil

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