Site lista jogadores do Fluminense que ainda não completaram 13 jogos no Brasileirão; nove ultrapassaram marca

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Rio de Janeiro (RJ) – A mudança da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que a partir de 2026 permitirá a inscrição de atletas em outro clube da Série A apenas até o 12º jogo, já afeta o planejamento do Fluminense na atual edição do Campeonato Brasileiro: nove jogadores ultrapassaram a nova marca e ficam impedidos de se transferir dentro da competição.

O que muda com a nova regra da CBF?

Até 2025, o atleta podia trocar de equipe no Brasileirão desde que tivesse atuado em, no máximo, seis partidas. A partir de 2026, o limite dobra para 12. A regra já orienta o mercado, pois:

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  • Protege a integridade esportiva – evita grande rotatividade na fase decisiva da liga;
  • Exige gestão antecipada – clubes precisam decidir cedo quem será negociado;
  • Valoriza quem joga menos – atletas com até 11 jogos mantêm potencial de mercado interno.

Quem já está “congelado” no Fluminense

Nove atletas passaram das 12 atuações e, portanto, só podem deixar o clube por transferências internacionais ou competições que não o Brasileirão:

  • Fábio – 18 jogos
  • Kevin Serna – 18
  • John Kennedy – 17
  • Hércules – 16
  • Savarino – 15
  • Juan Freytes – 15
  • Jemmes – 14
  • Lucho Acosta – 14
  • Guilherme Arana – 13

Quem ainda pode se movimentar

Entre os titulares, quatro nomes chamam atenção por estarem a apenas uma partida do novo teto:

  • Paulo Henrique Ganso – 12 jogos
  • Samuel Xavier – 12
  • Martinelli – 12
  • Soteldo – 12

Se o departamento de futebol planeja alguma venda ou troca doméstica, o momento é agora. Na outra ponta, 13 jogadores têm margem confortável, com destaque para Germán Cano (4 jogos) e Nonato (6), que mantêm valor de mercado interno.

Raio-X do elenco tricolor no Brasileirão

  • Idade média dos 24 atletas relacionados: 27,4 anos
  • Participações em gol*: John Kennedy (5), Savarino (4), Kevin Serna (4)

    *soma de gols e assistências até a 18ª rodada.
  • Desempenho coletivo em 2024*: 22 pontos, 13º lugar, 20 gols marcados e 21 sofridos

    *parcial antes da pausa para a Copa do Mundo.
  • Histórico recente: em 2023, a equipe terminou a Série A na 7ª posição com 56 pontos e 46 gols sofridos.

Impacto tático e de mercado

O técnico Luis Zubeldía ganha estabilidade em setores-chave: Fábio segue absoluto no gol, Arana consolida o lado esquerdo e John Kennedy mantém peso ofensivo. Por outro lado, a possível saída de atletas “abaixo de 12 jogos” como Nonato ou Guga poderia minar a reposição de meio-campo e laterais, áreas que já alternam titulares.

Financeiramente, a diretoria vê janela reduzida para negociar jogadores em baixa minutagem, mas ainda elegíveis, antes que percam valor interno. Internacionalmente, a vitrine permanece aberta até o fim de agosto na maioria das ligas europeias.

O que observar nos próximos jogos

Fluminense volta a campo após a Copa do Mundo precisando pontuar para se reaproximar do G-6. Cada minuto de Ganso, Martinelli ou Soteldo contará duplamente: ajuda dentro de campo e, se bater o 13º jogo, sela a permanência até dezembro. A comissão técnica deverá equilibrar necessidade esportiva e estratégia de mercado.

Conclusão prospectiva: Com nove peças já impossibilitadas de negociação interna e quatro na “zona de risco”, o Fluminense entra na segunda metade do Brasileirão com elenco praticamente definido. Resta saber se a diretoria irá acelerar eventuais saídas antes do 13º jogo ou apostar na manutenção do grupo para buscar competições continentais em 2025.

Com informações de NetFlu

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