Quem: Seleção Brasileira, comandada por Carlo Ancelotti, e Seleção Japonesa.
O quê: confronto eliminatório que vale vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo 2026.
Quando: segunda-feira, 29 de junho, às 14h (de Brasília).
Onde: ainda a ser confirmado pela FIFA (sede neutra nos Estados Unidos).
Por quê: jogo do mata-mata que define o adversário de Costa do Marfim ou Noruega na próxima fase.
O caminho da Seleção até aqui
A Canarinho avançou como líder do Grupo C e agora encara o Japão em partida única pela segunda fase. Desde a adoção do formato expandido, esta etapa funciona como um “pré-oitavas”. Quem avançar já terá um novo compromisso marcado para 5 de julho, em Nova Jersey, às 17h, pelas oitavas de final.
Possíveis adversários: Costa do Marfim ou Noruega
Do outro lado da chave estão Costa do Marfim e Noruega. Os europeus terminaram em segundo no Grupo I, atrás da França. Os marfinenses, por sua vez, passaram pela primeira fase sustentados na força física e na velocidade em transição. O vencedor desse duelo cruza com Brasil ou Japão.
Raio-X do confronto Brasil x Japão
Histórico recente (em Copas)
– 2006: Brasil 4 x 1 Japão (fase de grupos)
– 2014: Brasil 2 x 0 Japão (amistoso preparatório)
– 2022: Japão 0 x 1 Brasil (amistoso)
O retrospecto aponta ampla vantagem brasileira, mas os Samurais Azuis ganharam reputação por surpreender seleções tradicionais — eliminaram Alemanha e Espanha no Qatar-2022.
Ponto-chave tático
– Brasil: Carlo Ancelotti tem alternado entre o 4-3-3 propositivo e o 4-2-3-1 com Vini Jr. atacando o espaço gerado por Paquetá entrelinhas.
– Japão: 4-4-2 em bloco médio, linhas curtas e saída rápida pelos lados, exigindo vigilância redobrada de Danilo e do lateral oposto na recomposição.
Desempenho defensivo até aqui
Grupo C: 3 jogos, 0 gol sofrido (melhor defesa da chave). A solidez defensiva contrasta com os tropeços de 2018 e 2022, quando o Brasil não passou das quartas após tomar gol decisivo de transição.
Imagem: Imago
Calendário oficial do mata-mata
Segunda fase: 28 de junho a 3 de julho
Oitavas de final: 4 a 7 de julho
Quartas de final: 9 a 11 de julho
Semifinais: 14 e 15 de julho
Final: 19 de julho, às 16h, no MetLife Stadium (East Rutherford, Nova Jersey)
Impacto futuro: o que o Brasil ganha com uma vitória
Superar o Japão não apenas mantém vivo o sonho do hexa, mas também impede um hiato de 12 anos sem quartas de final invictas. Além disso, dá a Ancelotti mais tempo para ajustar o encaixe entre Bruno Guimarães e Paquetá contra adversários possivelmente mais físicos (caso da Costa do Marfim) ou verticalmente perigosos (Noruega, com Haaland).
Se confirmar o favoritismo, a Seleção voltará a campo em 5 de julho e, avançando novamente, encarará as quartas em 11 de julho, data que se tornou barreira nas últimas duas edições. O desempenho defensivo até aqui indica evolução que pode ser decisiva para romper esse obstáculo histórico.
Com informações de Trivela