Man City have a new attacking threat just waiting to catch fire

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Fato principal: Tijjani Reijnders concluiu pelo menos uma vez a gol nos 12 jogos em que foi titular nesta temporada, reforçando a expectativa de que o meio-campista se torne peça-chave no ataque do Manchester City.

Noite de quinta-feira (data da partida) em Amsterdã: o meio-campista holandês Tijjani Reijnders, do Manchester City, balançou as redes na vitória por 4 a 0 da Holanda sobre Malta pelas Eliminatórias da Euro. O gol manteve uma estatística curiosa — e promissora — para o jogador: em todas as 12 partidas que iniciou em 2023/24, seja pelos Citizens ou pela seleção, ele registrou pelo menos um arremate a gol.

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Por que esse dado importa para Guardiola

Desde a saída de Ilkay Gündoğan e a lesão de longo prazo de Kevin De Bruyne, o City busca soluções internas para manter o mesmo volume criativo de temporadas anteriores. Reijnders, contratado junto ao Milan, surge como o elo entre defesa e ataque. Embora atue com a camisa 4 — historicamente associada a volantes —, o holandês se define como box-to-box e ganha espaço nas infiltrações pelo corredor central, algo essencial no modelo de jogo que Pep Guardiola chama de “jogadas de quinto homem”.

Raio-X dos números de Reijnders em 2023/24

  • Partidas como titular (clube + seleção): 12
  • Chutes totais: 24 (média de 1 a cada 33 minutos)
  • Finalizações dentro da área: 13 (54% do total)
  • Gols pelo City: 1 (na 1ª rodada da Premier League contra o Wolves)
  • Assistências: 3
  • Gols na temporada passada pelo Milan: 15 — melhor marca da carreira

Encaixe tático: o corredor interno e a “segunda onda” de finalização

Guardiola explicou após a estreia na Premier League que Reijnders “pode ajudar na 1ª fase de construção, mas também ataca os espaços entre linhas”. Na prática, o holandês:

  1. Desce para receber ao lado de Rodri, permitindo que laterais avancem;
  2. Sobe em velocidade para preencher a meia-lua quando Phil Foden ou Bernardo Silva alongam a defesa rival;
  3. Aparece como opção de finalização na chamada “segunda bola”, estatística que explica seu alto volume de chutes.

Impacto na sequência da temporada

O City encara nas próximas semanas confrontos diretos contra equipes do G-6 e a fase decisiva da Champions League. Se mantiver a média de uma finalização a cada meia hora, a tendência é que Reijnders aumente rapidamente seu número de gols, aliviando a dependência de Erling Haaland. Além disso, a rotatividade imposta pelo calendário pode ver o holandês assumir papel ainda mais central enquanto De Bruyne segue em recuperação.

Para Guardiola, transformar volume em efetividade é a prioridade. O técnico já sinalizou que o jogador “é um reforço de longo prazo”, e os indicadores de alta produção ofensiva corroboram essa aposta. Nos treinos, o staff trabalha finalizações de primeira dentro da área, visando elevar o conversion rate de um atleta que já se mostra presente nos momentos certos.

Conclusão prospectiva: se os números de Reijnders forem convertidos em gols, o meio-campo do Manchester City ganhará um ativo raro — um box-to-box capaz de agregar intensidade na recomposição e presença constante na área adversária. Com isso, o City não só diversifica suas fontes de gol, como ganha margem para gerir minutos de De Bruyne na reta final da temporada. A próxima rodada da Premier League, portanto, será um novo termômetro para medir até onde essa ameaça ofensiva pode chegar.

Com informações de Manchester Evening News

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