Messi no topo: Quem são os maiores artilheiros das Copas do Mundo?

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Nova Jersey (EUA), 22/06/2026 – Com um hat-trick na vitória da Argentina sobre a Argélia, Lionel Messi chegou a 18 gols em Copas do Mundo, superou Miroslav Klose (16) e Pelé (12) e assumiu isoladamente a liderança da artilharia histórica do torneio.

Como Messi chegou ao recorde

O camisa 10 estreou em Mundiais em 2006 e precisou de seis edições para alcançar a marca. Depois do título em 2022, o argentino manteve o ritmo goleador no Mundial organizado por Estados Unidos, México e Canadá. O hat-trick desta segunda-feira foi seguido de mais um gol contra a Áustria, totalizando cinco tentos apenas nas duas primeiras rodadas de 2026.

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Comparativo histórico dos maiores goleadores

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Com 18 gols, Messi ultrapassa referências de três gerações diferentes:

  • Miroslav Klose – 16 gols (2002-2014)
  • Ronaldo Fenômeno – 15 gols (1994-2006)
  • Gerd Müller – 14 gols (1970-1974)
  • Kylian Mbappé – 14 gols (2018-2026, ainda em atividade)
  • Just Fontaine – 13 gols (todos em 1958)
  • Pelé – 12 gols (1958-1970)

A distância para os concorrentes ativos ainda é pequena, o que mantém a corrida pelo topo aberta, especialmente para Mbappé, que já soma 2 gols neste Mundial.

Raio-X — distribuição dos gols de Messi em Copas

2006: 1 gol
2010: 0 gol
2014: 4 gols
2018: 1 gol
2022: 7 gols
2026: 5 gols (até a 2ª rodada)

Impacto imediato na Copa de 2026

A arrancada de Messi reforça dois pontos táticos cruciais para a Argentina:

  • Eficiência ofensiva: o setor que já havia marcado 15 gols na campanha do título em 2022 começa 2026 ainda mais produtivo, agora com média de 4,0 por partida.
  • Gestão física: aos 38 anos, o craque vem sendo preservado de longas viagens entre sedes; a comissão técnica usa sessões regenerativas e rotações pontuais para mantê-lo em alta intensidade nos mata-matas.

Projeção: onde o recorde pode parar?

Se mantiver a média atual (2,5 gol/jogo), Messi pode terminar a fase de grupos com 20 ou 21 gols. Nos mata-matas, cada partida extra oferece mais oportunidades para ampliar um feito que já é inédito. Paralelamente, Mbappé e Harry Kane — ambos em chaves opostas — precisam de campanhas semelhantes à de Just Fontaine em 1958 para ameaçar o novo líder.

Independentemente do número final, o impacto estatístico do argentino reposiciona a discussão sobre longevidade e evolução tática dos goleadores em Copas, criando um novo parâmetro para as próximas gerações.

Com informações de Trivela

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