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    Diferente! Corinthians está escalado para enfrentar o Vasco

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    São Paulo (Neo Química Arena) – O Corinthians confirmou, nos minutos que antecedem o jogo de ida da final da Copa do Brasil contra o Vasco, a escalação que Dorival Júnior levará a campo nesta noite. A formação traz de volta o volante Raniele e o meia Rodrigo Garro, peças consideradas chave para a dinâmica ofensiva alvinegra.

    Por que Dorival altera o meio-campo?

    O técnico vinha testando variações nos treinos da semana com o objetivo de aumentar a capacidade de construção perto da área adversária. O retorno de Raniele — recuperado de incômodo muscular — oferece proteção à zaga e saída de bola vertical. Já Rodrigo Garro, cerebral na entrelinha, garante qualidade no último passe. Juntos, eles equilibram um setor que vinha sofrendo com oscilações, sobretudo na recomposição.

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    Escalação confirmada

    Time titular: Hugo Souza; Matheuzinho, André Ramalho, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Maycon, José Martínez (Raniele), Breno Bidon e Rodrigo Garro (Carrillo); Memphis Depay e Yuri Alberto.

    Raio-X dos titulares

    Raniele – 24 desarmes certos em 9 jogos na temporada (média de 2,6 por partida). Contribui com 87% de acerto nos passes e 0,9 finalização a cada 90 minutos, indicador do costume de aparecer na área.

    Rodrigo Garro – Participou diretamente de 7 gols (4 gols e 3 assistências) em 20 partidas de 2024. Seu índice de passes decisivos é de 2,3 por jogo, o maior do elenco.

    Memphis Depay – Vem sendo utilizado como falso 9 que alterna com Yuri Alberto. A mobilidade do holandês cria espaços para infiltrações dos meias internos, estratégia que Dorival repetiu nas últimas sessões táticas.

    Sistema defensivo – A equipe sofreu 12 gols em 11 partidas do Paulistão (média de 1,09), mas reduziu esse número para 0,75 nos quatro compromissos seguintes já com André Ramalho titular.

    Impacto projetado

    A presença simultânea de Raniele (proteção) e Garro (criatividade) tende a encurtar a distância entre defesa e ataque, ponto que o Corinthians identificou como vulnerável quando enfrenta times que marcam baixo — caso do Vasco de hoje. A meta é aumentar a pressão pós-perda e acelerar transições ofensivas.

    Diferente! Corinthians está escalado para enfrentar o Vasco - Imagem do artigo original

    Imagem: Reprodução

    Além disso, a reedição da dupla Depay-Yuri promete variação: quando o holandês recua, Yuri fixa na última linha para finalizar; se Depay infiltra, o brasileiro parte para o lado direito, confundindo a marcação cruz-maltina.

    O que vem pela frente

    A partida de hoje define apenas metade da história, mas qualquer vantagem construída na Neo Química Arena terá peso para o jogo de volta em São Januário. Dorival Júnior, que persegue seu primeiro título à frente do clube, sabe que a consistência defensiva aliada a um meio-campo mais criativo pode ser o caminho para levantar a taça e, de quebra, embalar o time para o Brasileiro que se inicia em duas semanas.

    No cenário projetado, um bom resultado reforça a confiança do elenco e consolida o 4-4-2 móvel como base tática para o restante da temporada; já um tropeço deve levar a ajustes imediatos, especialmente na recomposição pelas laterais.

    Conclusão: Com o retorno de Raniele e a manutenção de Garro, o Corinthians alinha força física e criatividade na decisão contra o Vasco. O desempenho dessa dupla pode ditar não só o placar da final, mas também o modelo de jogo que Dorival pretende levar para o Brasileiro.

    Com informações de SouTimão

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