Esquadrão Imortal – PSG 2024-2025 – Imortais Do Futebol

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Paris, 30 de maio de 2026 — O Paris Saint-Germain encerrou a temporada 2024-2025 com o primeiro Treble da história do futebol francês, coroado pela vitória de 5 × 0 sobre a Internazionale na final da Liga dos Campeões, disputada na Allianz Arena, em Munique. O feito, somado aos títulos da Ligue 1 e da Copa da França, marca a primeira conquista continental do clube e resulta de uma profunda reformulação conduzida por Luis Enrique após a saída de Kylian Mbappé.

Da limpeza no elenco ao título europeu

A virada começou ainda em 2023-24, quando a diretoria dispensou veteranos de altos salários e contratou peças jovens e funcionais. Cinco chegadas pontuais — Safonov, João Neves, Pacho, Désiré Doué e Kvaratskhelia — reduziram a média de idade para 23 anos e deram ao técnico espanhol um grupo mais curto e sem hierarquias de estrelas.

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Sem a dependência de Mbappé, Luis Enrique implantou um 4-3-3 fluido, baseado em pressão alta e posse sustentada. O meio-campo formado por Vitinha, João Neves e Fabián Ruiz passou a controlar o ritmo, enquanto Dembélé migrou para a função de “falso 9”, abrindo espaços para Doué e Kvaratskhelia atacarem os corredores.

Como Luis Enrique ajustou o tabuleiro

1. Pressão coordenada — Linhas avançadas roubaram 8,9 bolas por jogo no terço ofensivo, segundo dados internos do clube, elemento decisivo nas viradas contra Manchester City e Liverpool.

2. Laterais verticalizados — Hakimi (11 gols, 16 assistências) e Nuno Mendes (6 gols, 6 assistências) garantiram largura constante, permitindo que os pontas invadissem a área.

3. Versatilidade ofensiva — Dembélé terminou como artilheiro da Ligue 1 (21 gols) e melhor jogador da Champions, enquanto Doué somou 16 gols e 16 assistências, evidenciando a distribuição de protagonismo.

Raio-X da temporada 2024-2025

  • Jogos oficiais: 65
  • Vitórias / Empates / Derrotas: 48-8-9
  • Gols marcados / sofridos: 168 / 59
  • Campeonatos vencidos: Ligue 1, Copa da França, Supercopa da França, Liga dos Campeões, Supercopa da UEFA, Copa Intercontinental
  • Média de posse de bola na UCL: 59 %
  • Maior vitória: 5 × 0 sobre a Internazionale (final da UCL) — recorde histórico em finais

Impacto imediato para 2025-2026

O Treble reposiciona o PSG não apenas como potência financeira, mas agora também esportiva. A manutenção do elenco — cuja espinha dorsal tem no máximo 25 anos — indica ciclo longo de competitividade. A diretoria já sinaliza busca por um goleiro titular (Donnarumma deixou o clube) e por um reserva que permita rodagem a Dembélé, mas a base tática tende a ser preservada.

No cenário continental, a UEFA registra salto do coeficiente francês graças aos pontos do PSG, aumentando a probabilidade de vagas extras para a Ligue 1 em 2027. Comercialmente, o clube renegocia cotas de TV e atrai novos patrocinadores, capitalizando a narrativa “da soberba ao coletivo” que rendeu engajamento recorde nas redes (crescimento de 38 % em interações na temporada, segundo o próprio clube).

Conclusão prospectiva: Com elenco jovem, identidade coletiva clara e a confiança de quem superou Bayern, Liverpool, Arsenal e Inter na mesma campanha, o PSG inicia 2025-2026 como referência tática na Europa. O desafio será manter a fome competitiva após a temporada mais vitoriosa de sua história — e provar que o Treble não foi um ponto fora da curva, mas o primeiro capítulo de uma era.

Com informações de Imortais do Futebol

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