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    Cadê Xerém? Média de idade dos atletas utilizados por Zubeldía é superior a 30 anos – Fluminense: Últimas notícias, vídeos, onde assistir e próximos jogos

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    Rio de Janeiro (RJ), 2025 – Em nove partidas sob o comando de Luis Zubeldía, o Fluminense colocou em campo 25 atletas, dos quais apenas três têm 23 anos ou menos, resultando numa média de 30,3 anos por jogador utilizado. O dado, levantado pelo Globo Esporte, reforça a tendência já sinalizada pelo CIES Football Observatory: entre 69 ligas avaliadas, o Tricolor é um dos clubes que mais aposta em atletas veteranos.

    Por que a idade avançada virou a tônica do elenco tricolor

    A estratégia de Zubeldía converge com a visão de curto prazo da diretoria, focada em resultados imediatos na Copa Libertadores e no Campeonato Brasileiro. Jogadores experientes oferecem tomada de decisão mais rápida em cenários de alta pressão, algo que pesou para um clube que começa 2025 defendendo o título continental.

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    Raio-X dos utilizados por Zubeldía

    Atletas com 23 anos ou menos

    • John Kennedy – 22 anos, atacante
    • Facundo Bernal – 21 anos, volante
    • Riquelme Felipe – 23 anos, lateral-esquerdo

    Média de idade por setor (dados públicos de registro na CBF)

    • Defesa: 31,4 anos
    • Meio-campo: 30,1 anos
    • Ataque: 29,5 anos

    Para efeito de comparação, a média geral da Série A em 2024 foi de 27,2 anos, segundo o próprio CIES. O Fluminense, portanto, opera cerca de três anos acima do patamar nacional.

    Impacto físico e calendário apertado

    Com Libertadores, Copa do Brasil e Brasileirão rodando em paralelo, a equipe terá ao menos 12 jogos em cinco semanas entre maio e junho. Elencos mais velhos tendem a exigir load management – controle de carga de treinos e minutos em jogos – para minimizar lesões. No início de 2024, por exemplo, o clube registrou média de 1,8 atleta no departamento médico por rodada; em 2025, o número subiu para 2,3, segundo boletins internos divulgados pelo clube.

    O espaço (ainda) reduzido para Xerém

    A base tricolor revelou nomes como André, Martinelli e Samuel Xavier nos últimos ciclos, mas só 8% dos minutos totais de 2025 foram destinados a atletas formados em Xerém até aqui – menor índice desde 2018. A consequência direta é a valorização tímida de ativos jovens no mercado internacional, importante fonte de receita para o clube.

    O que esperar dos próximos meses

    Com a janela de transferências do meio do ano se aproximando, o Fluminense terá de equilibrar experiência e renovação. Caso avance às quartas de final da Libertadores, o calendário ganhará mais seis datas, tornando praticamente inevitável a rotação de elenco. Integrar nomes de Xerém pode não ser apenas uma opção técnica, mas uma necessidade de gestão física e financeira.

    Resumo prospectivo: Manter a média acima dos 30 anos oferece controle tático imediato, mas aumenta risco de desgaste e reduz exposição de ativos da base. A forma como Zubeldía distribuirá minutos após a próxima janela será decisiva para o desempenho tricolor em 2025 e para o fluxo de caixa do clube no longo prazo.

    Com informações de Netflu – Notícias do Fluminense

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