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    Seleção Brasileira de handebol é convocada para Mundial Feminino – Portal

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    São Paulo – A Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) divulgou a lista de atletas que representarão o Brasil no Mundial Feminino de Handebol 2023, que será disputado de 29 de novembro a 17 de dezembro em Dinamarca, Noruega e Suécia. A convocação define o grupo que buscará recolocar o país entre as potências da modalidade dez anos após o título histórico de 2013.

    Por que esta convocação chama atenção

    A lista reúne jogadoras que atuam tanto na Europa quanto no mercado nacional, mesclando experiência internacional e talento emergente. O comando segue a cargo do técnico que assumiu o ciclo pós-Tóquio, mantendo a espinha dorsal que alcançou o 6º lugar no Mundial anterior (2021). Além do prestígio do torneio, o desempenho servirá como termômetro decisivo para o Pré-Olímpico que distribuirá vagas para Paris-2024.

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    Raio-X da Seleção Brasileira

    • Título Mundial: 2013, sobre a Sérvia, em Belgrado.
    • Melhor campanha pós-título: 6º lugar (2021).
    • Jogadoras na Europa: aproximadamente 70 % do elenco atua em ligas da Espanha, França e Romênia.
    • Gols sofridos em 2021: média de 24,6 por partida – 7ª melhor defesa do torneio.
    • Grupo na primeira fase 2023: Croácia, Senegal e Países Baixos (campeã europeia) – adversários que exigem variações táticas de 6×0 para 5×1.

    O que muda taticamente

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    Com a manutenção da linha defensiva 6×0, o Brasil reforça a estatura na posição de central para bloquear arremessos de nove metros, ponto forte de Croácia e Holanda. No ataque, a aposta continua na transição veloz puxada pelas pontas direita e esquerda, estratégia que proporcionou 29,8 gols de média nos últimos amistosos contra seleções sul-americanas.

    Impacto para o ciclo olímpico

    A performance no Mundial definirá o ranking da IHF, critério que determina os cabeças de chave do Pré-Olímpico. Uma campanha até as quartas de final praticamente garante posição favorável no cruzamento decisivo por vaga em Paris. Além disso, a experiência de encarar europeias de alto nível serve de laboratório para ajustar as combinações de segunda linha e o revezamento no gol, setor que ganhou nova concorrência após a última Liga Francesa.

    Com o elenco confirmado, a Seleção inicia, ainda em novembro, um período de treinos em São Paulo antes do embarque para território escandinavo. O cronograma inclui dois amistosos fechados contra seleções que também estarão no Mundial, permitindo ao técnico afinar a rotação de armadoras e testar o sistema ofensivo 7×6.

    Próximos passos: a estreia acontece em 30 de novembro, diante do Senegal. Se avançar à fase principal, o Brasil carrega os pontos conquistados, fator que torna cada gol da primeira fase potencialmente decisivo para o objetivo de terminar entre os oito melhores.

    Com a convocação finalizada, o time nacional dá o primeiro passo rumo a um Mundial que pode moldar não só o presente, mas também o futuro olímpico do handebol feminino brasileiro.

    Com informações de BandSports

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