Moleque de Xerém marcou o único gol da última vitoria do Fluminense sobre o Bahia no Brasileirão

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Rio de Janeiro, — A última vitória do Fluminense sobre o Bahia pelo Campeonato Brasileiro ocorreu em 2024, no Maracanã, quando o então atacante Kauã Elias, cria da base de Xerém, marcou o único gol do 1 × 0 que ainda mantém peso direto na luta tricolor pela vaga na fase de grupos da Conmebol Libertadores. Neste domingo (às 16h), cariocas e baianos voltam a se enfrentar pela rodada derradeira do Brasileirão, e o Flu precisa dos três pontos para assegurar o quinto lugar sem depender de outros resultados.

O gol que mudou o retrospecto recente

Aos 67 minutos daquela partida de 2024, Kauã Elias aproveitou cruzamento rasteiro de John Kennedy para empurrar às redes e quebrar um jejum de três jogos sem vitória contra o Bahia na liga nacional. O lance também consolidou o atacante como o 13.º “Moleque de Xerém” a marcar em jogos oficiais pelo elenco principal na temporada.

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Panorama do confronto: o que está em jogo no domingo

Fluminense: 5.º colocado (60 pts), depende apenas de si para entrar direto na Libertadores 2025.
Bahia: 9.º colocado (52 pts), já garantido na Sul-Americana, mas ainda sonhando com G-6 em combinação de resultados.

O empate por 3 × 3 em Salvador, no primeiro turno, expôs pontos fortes e fracos de ambos os lados: o Flu finalizou 18 vezes, porém permitiu que o Bahia abrisse 2 × 0 antes de buscar a igualdade; já os baianos mostraram transições velozes, mas sofreram defensivamente pelos corredores.

Raio-X estatístico das equipes em 2024

Fluminense (37 jogos):
• 17 vitórias, 9 empates, 11 derrotas
• 54 gols marcados (média 1,46) | 39 sofridos (1,05)
• 60% de posse média — maior do campeonato

Bahia (37 jogos):
• 15 vitórias, 10 empates, 12 derrotas
• 48 gols marcados (1,30) | 42 sofridos (1,13)
• 12 gols em bolas paradas — 4.º melhor aproveitamento

Impacto tático: onde o jogo pode ser decidido

1) Cobertura pelos lados: o Bahia concentra 38% de seus gols pela faixa esquerda ofensiva; o Flu, por sua vez, sofre 46% das finalizações rivais nesse setor quando o lateral direito apoia simultaneamente.

2) Bolas longas de saída: o modelo do técnico Fernando Diniz prevê construção curta; o Bahia recupera, em média, 7,8 bolas por jogo no terço médio — a sétima maior marca do torneio.

3) Efeito banco de reservas: Felipe Anderson e Kanu, retornando de suspensão, ampliam as opções tricolores, enquanto o Bahia não terá Cauly (lesão muscular), principal criador de chances (13 passes-para-gol).

Projeção para a Libertadores 2025

Vitória do Flu: garante G-5, entrando na fase de grupos sem pré-Libertadores.
Empate: dependerá de tropeço do Athletico-PR para não cair ao G-6.
Derrota: pode terminar em 7.º se Furacão e Grêmio vencerem, forçando pré-Libertadores e sobrecarregando o calendário de janeiro.

Conclusão prospectiva

A lembrança do gol de Kauã Elias serve de termômetro emocional para um Fluminense que busca repetir a eficiência daquele 1 × 0. Com o Bahia ainda ambicionando subir posições, o duelo no Maracanã tende a ser definido nos detalhes de transição e recomposição lateral. O resultado não apenas selará o destino imediato no Brasileirão, como também moldará a pré-temporada de 2025, influenciando prazos de contratações e planejamento físico para quem tiver — ou não — de encarar a fase preliminar da Libertadores.

Com informações de Netflu

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