Gabigol, 7 a 1 em rival da Copa e Dorival: a curta história da seleção na ‘cidade mais brasileira’ dos EUA

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Quem: Seleção brasileira de Carlo Ancelotti
O quê: encara a Croácia em amistoso
Quando: terça-feira, 31 de março de 2026
Onde: Camping World Stadium, Orlando (EUA)
Por quê: fechar a Data Fifa de março após derrota para a França e dar sequência à preparação rumo à Copa do Mundo.

Orlando: uma casa brasileira no exterior

Conhecida por receber cerca de um milhão de turistas brasileiros por ano, Orlando volta a receber a Seleção apenas pela terceira vez. A expectativa da CBF é de arquibancadas predominantemente verde-amarelas nos 65 mil lugares do Camping World Stadium – cenário que pode ajudar a amenizar a pressão depois do 1 a 2 para a França em Boston.

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Recordações da goleada de 2016: 7 a 1 que projetou Gabigol

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A estreia do Brasil em Orlando foi marcante. Em 8 de junho de 2016, o time então comandado por Dunga superou o Haiti por 7 a 1 na Copa América Centenário. Philippe Coutinho anotou três vezes, Renato Augusto marcou duas, Lucas Lima deixou o dele e Gabigol, usando a camisa 11, saiu do banco para fechar a conta. O jogo tornou-se, até hoje, a maior vitória do Brasil em solo norte-americano.

Do empate com os EUA em 2024 ao corte de nomes na era Ancelotti

A segunda visita ocorreu em 12 de junho de 2024: empate em 1 a 1 com os Estados Unidos já sob comando de Dorival Júnior. Dois anos depois, vários titulares daquela noite perderam terreno. Wendell, Beraldo, João Gomes, Douglas Luiz, Andreas Pereira e Savinho foram preteridos pelo italiano, que busca reduzir o elenco para a lista final do Mundial.

Raio-X – Números da Seleção nos Estados Unidos

O duelo contra a Croácia será o 65º jogo do Brasil em território norte-americano desde 1976. O retrospecto até aqui é o seguinte:

  • Vitórias: 42
  • Empates: 14
  • Derrotas: 8
  • Aproveitamento: 73,8%

Em Orlando especificamente, o saldo é positivo: uma vitória (7 a 1 Haiti) e um empate (1 a 1 EUA), com oito gols marcados e apenas dois sofridos.

Por que a Croácia é um teste relevante

Vice-campeã mundial em 2018 e terceira colocada em 2022, a Croácia tornou-se parâmetro para avaliar a solidez defensiva brasileira, ponto vulnerável exposto pelos franceses em Boston. O meio-campo formado por Modrić, Brozović e Majer exige agressividade na pressão, enquanto a dupla Gvardiol-Šutalo testa o repertório ofensivo de Vinícius Júnior e Rodrygo.

Impacto na preparação rumo à Copa

Um resultado positivo fortalece o ambiente antes da convocação final de Ancelotti, prevista para maio. Além disso, pode selar vagas em setores ainda abertos, como o de volante reserva e o de centroavante – posição na qual Endrick e Gabriel Jesus disputam espaço.

Conclusão prospectiva: A terceira passagem da Seleção por Orlando oferece mais do que nostalgia do 7 a 1 sobre o Haiti; serve de termômetro para o estágio atual do trabalho de Ancelotti. Dependendo do desempenho frente à Croácia, o técnico pode consolidar a espinha dorsal que levará o Brasil ao Mundial ou reabrir disputas por posição, argumentos que mantêm os olhos do torcedor – e do algoritmo do Discover – voltados para os próximos capítulos.

Com informações de ESPN Brasil

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