NOVA JERSEY (EUA), 13/06/2026 – Com o atacante Igor Thiago, revelado pelo Cruzeiro, entre os onze iniciais, a Seleção Brasileira ficou no 1 a 1 com o Marrocos em sua estreia na Copa do Mundo de 2026, realizada no MetLife Stadium. O gol brasileiro foi marcado por Vinícius Júnior, aos 32 minutos do primeiro tempo, após Ismael Saibari abrir o placar para os africanos aos 21.
Igor Thiago: da Toca II ao palco mundial
Formado nas categorias de base do Cruzeiro e profissionalizado em 2020, Igor Thiago atuou por 62 minutos como centroavante da Seleção. Segundo a súmula oficial, o atacante registrou 16 ações com a bola, finalizando duas vezes (uma no alvo) antes de dar lugar a Luiz Henrique. O desempenho confirma a ascensão do atleta, que após passagem pelo futebol europeu chegou ao elenco canarinho com 24 anos.
Jogo travado e tabu preservado
O duelo apresentou poucas oportunidades claras: apenas uma para o Brasil e duas para o Marrocos. Mesmo assim, o empate estende um tabu que já dura 92 anos: a Seleção não é derrotada em partidas de estreia de Copa do Mundo desde 1934, quando perdeu para a Espanha.
Raio-X da partida
- Placar: Brasil 1 x 1 Marrocos
- Gols: Saibari 21’/1ºT; Vinícius Júnior 32’/1ºT
- Chances claras: 1 (BRA) x 2 (MAR)
- Minutos de Igor Thiago em campo: 62
- Finalizações de Igor Thiago: 2 (1 no alvo)
Como fica o Grupo – projeções
Com o empate, Brasil e Marrocos somam 1 ponto cada. Haiti e Escócia ainda não estrearam. A segunda rodada, contra o Haiti, no Philadelphia Stadium, ganha peso: uma vitória brasileira pode deixar a classificação encaminhada antes do confronto final com a Escócia, no Hard Rock Stadium.
Próximos passos da Seleção
Além de buscar os três pontos diante dos haitianos em 19/06 (21h30, de Brasília), a comissão técnica deverá avaliar o encaixe ofensivo. Igor Thiago ofereceu presença física e mobilidade na referência, mas a criação de chances foi escassa. Ajustar a circulação de bola na intermediária ofensiva e potencializar os duelos de Vinícius Júnior pelo lado esquerdo aparecem como prioridades táticas para ampliar a produtividade ofensiva.
Imagem: Nels Terme
Se confirmar evolução já na próxima rodada, o Brasil reduzirá a pressão para o duelo contra a Escócia, podendo até administrar o elenco para as oitavas de final. Caso contrário, chegará à terceira partida precisando vencer – cenário que alteraria o planejamento físico e estratégico para a fase eliminatória.
No fim, o empate mantém a invencibilidade histórica, mas evidencia a necessidade de ajustes imediatos para que o sonho do hexa prossiga em rota segura.
Com informações de Diário Celeste