Buenos Aires (24.05.2026) — O portal “Imortais do Futebol” atualizou seu levantamento e apontou Diego Maradona como o número 1 entre os 10 maiores meias da história das Copas do Mundo. A lista, publicada neste sábado (24), considera desempenho exclusivamente em Mundiais e, por isso, inclui 13 nomes — houve empates técnico entre alguns colocados.
Como foi feita a escolha
Segundo o site, o critério central foi a influência direta em jogos de Copa: gols, assistências, prêmios individuais, títulos e peso de atuações decisivas. Partidas em clubes ou torneios continentais não foram levadas em conta.
Top 10 — Estatísticas essenciais
1. Diego Maradona (ARG) — 21 jogos, 8 gols, 1 título (1986)
2. Zinedine Zidane (FRA) — 12 jogos, 5 gols, 1 título (1998)
3. Johan Cruyff (HOL) — 7 jogos, 3 gols, vice (1974)
4. Michel Platini (FRA) — 14 jogos, 5 gols (semifinais 1982/86)
4. Zico (BRA) — 14 jogos, 5 gols (quartas 1982/86)
6. Bobby Charlton (ING) — 14 jogos, 4 gols, 1 título (1966)
7. Andrés Iniesta (ESP) — 14 jogos, 2 gols, 1 título (2010)
8. Thomas Müller (ALE) — 19 jogos, 10 gols, 1 título (2014)
9. Rivaldo (BRA) — 14 jogos, 8 gols, 1 título (2002)
10. Empate triplo — Fritz Walter (ALE), Roberto Rivellino (BRA) e Giuseppe Meazza (ITA)
Raio-X da lista
Brasileiros no pódio estendido: três nomes (Zico, Rivaldo, Rivellino) reforçam o peso histórico da Seleção no meio-campo criativo.
Sul-americanos x Europeus: 7 jogadores da América do Sul contra 6 da Europa.
Índice de títulos: 8 dos 13 citados ergueram a taça ao menos uma vez; os demais marcaram época apesar da ausência do troféu.
Por que isso importa para 2026?
A proximidade da Copa do Mundo de 2026 reaquece o debate sobre referências de meio-campo. Seleções como Brasil e França ainda buscam sucessores à altura de Zico ou Zidane, enquanto a Argentina vê em Lionel Messi — em fase final de carreira — a última ponte direta ao legado de Maradona.
Imagem: imortaisdofutebol
Para treinadores, a lista serve como mapa de competências: todos combinavam visão de jogo, chegada ao ataque e — principalmente — protagonismo em partidas eliminatórias. É a métrica que departamentos de análise tentam reproduzir ao selecionar suas atuais camisas 10.
Impacto prospectivo
Com a história como guia, a próxima geração de meias chega ao Mundial de 2026 pressionada por números expressivos: a média de gols do grupo ranqueado é de 0,36 por partida. Para ser lembrado em futuras listas, qualquer candidato terá de manter participação direta superior a um gol a cada três jogos — estatística que, até hoje, separa os bons dos imortais.
Com informações de Imortais do Futebol