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Belo Horizonte (MG) – A Vila Olímpica do Atlético Mineiro, sob administração da Associação do Atlético presidida por Sérgio Coelho, atravessa um ciclo de modernização que deve alcançar R$ 22 milhões até dezembro de 2026, valor que colocou o complexo esportivo no radar da FIFA como possível centro de treinamentos para a Copa do Mundo Feminina de 2027.

Plano diretor: como o Galo reposiciona seu clube de lazer

O projeto segue um Plano Diretor 2024-2026 desenvolvido por especialistas em gestão recreativa. De janeiro de 2024 a março de 2026 foram consumidos R$ 15 milhões em obras estruturais e tecnologia. A segunda etapa – de abril a dezembro de 2026 – prevê outros R$ 7 milhões para concluir a modernização integral, mantendo a política de reinvestimento total das receitas geradas pelo próprio clube social.

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Além de qualificar a infraestrutura, o plano busca reduzir custos operacionais (energia, manutenção do gramado e controle de acesso) e ampliar a base de associados, hoje disputada por diferentes clubes recreativos de Belo Horizonte.

Padrão FIFA: o que já foi entregue

O primeiro passo para atender às exigências internacionais foi a instalação de um campo society com grama sintética certificada pela FIFA. O gramado recebeu laudo positivo durante inspeção preliminar da entidade. Outros avanços destacados:

  • Futebol feminino – reinauguração de campo oficial e vestiários adaptados;
  • Novas modalidades – construção da primeira quadra de tênis da Vila Olímpica e expansão das arenas de beach tennis;
  • Tecnologia – reconhecimento facial nas portarias, Wi-Fi total, bares automatizados e aplicativo de gestão para o associado;
  • Conforto – piscina olímpica aquecida, churrasqueiras reformadas, playground renovado e melhorias de acessibilidade.

Raio-X do investimento (2024-2026)

  • Jan/24 – Mar/26: R$ 15 mi em infraestrutura, gramados e sistemas digitais;
  • Abr/26 – Dez/26: R$ 7 mi em acessibilidade, mini-arena feminina e iluminação de padrão televisivo;
  • Total previsto: R$ 22 mi, 100% reinvestidos no patrimônio social do clube.

Impacto direto no futebol feminino e nas categorias de base

A mini-arena para o futebol feminino, prevista para 2026, criará um espaço exclusivo com arquibancadas e camarotes. A iniciativa atende às diretrizes da CBF, que exige infraestrutura própria para times femininos em competições nacionais, e posiciona o Atlético para aproveitar o crescente mercado de atletas e patrocinadores do segmento.

Para as categorias de base, a certificação FIFA do gramado society permite treinos integrados entre futsal, futebol 7 e campo, replicando metodologias utilizadas em centros europeus e sul-americanos de alto rendimento.

Próximos passos até a Copa de 2027

Segundo o diretor-geral Paulo Braz, o clube já negocia com a FIFA a formalização da Vila Olímpica como campo oficial de treinamentos de seleções estrangeiras no Mundial Feminino. O cronograma inclui:

  • Conclusão da iluminação de padrão televisivo no campo principal até setembro de 2026;
  • Entrega da reforma final dos vestiários remanescentes até novembro de 2026;
  • Testes operacionais de fluxo de torcida e media center em parceria com a Federação Mineira de Futebol.

O que esperar: Caso a candidatura brasileira à Copa Feminina de 2027 seja confirmada, a Vila Olímpica desponta como um dos poucos centros sociais aptos a receber delegações internacionais em BH, reforçando a relevância estratégica do investimento realizado pelo Atlético.

Com informações de Fala Galo

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