Alexa Grasso faz o inacreditável, ‘nocauteia e finaliza’ ainda no 1° round e deixa rival desacordada no UFC Seattle

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Seattle (EUA), 28/03/2026 — A mexicana Alexa Grasso, ex-campeã peso-mosca do UFC, derrotou a norte-americana Maycee Barber por nocaute técnico ainda no 1º round da co-luta principal do UFC Seattle, encerrando quase dois anos sem vitórias e pondo fim à série de sete triunfos consecutivos da rival.

Por que o resultado foi tão impactante?

O embate colocava frente a frente duas atletas em momentos distintos: Barber ascendia no ranking, enquanto Grasso buscava retomar o status de desafiante após perder o cinturão em 2024 e lidar com lesões. A vitória rápida devolve a mexicana ao radar do topo da divisão, sobretudo porque acontece sobre a então terceira colocada do ranking oficial.

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Sequência do golpe à finalização: roteiro perfeito

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De acordo com a transmissão oficial, Grasso conectou uma sequência de cruzados de direita que balançou Barber. Mesmo com a adversária já cambaleante, a mexicana manteve a pressão na grade, derrubou com um direto limpo e encaixou uma guilhotina curta enquanto a oponente caía — ação que levou à interrupção do árbitro. O golpe foi registrado pelo UFC como TKO, mas o estrangulamento selou a cena e justificou a comemoração contida de Grasso, que se ajoelhou no octógono em sinal de alívio e respeito.

Raio-X das protagonistas

Alexa Grasso

  • Idade: 32 anos
  • Cartel profissional: 19 vitórias, 4 derrotas e 1 empate*
  • Média de golpes significativos por minuto (UFC Stats): 5,14
  • Média de quedas aplicadas: 0,36 por 15 minutos
  • Últimas 5 lutas: 2 vitórias, 2 derrotas, 1 empate

Maycee Barber

  • Idade: 27 anos
  • Cartel profissional: 15 vitórias, 3 derrotas
  • Série interrompida: 7 vitórias seguidas
  • Média de golpes significativos por minuto: 5,95
  • Defesa de quedas: 73%

*números atualizados até o evento de Seattle.

Como fica o topo do peso-mosca

Com a campeã atual sendo Erin Blanchfield e a brasileira Taila Santos como próxima desafiante oficial, Grasso reposiciona-se como opção imediata para enfrentar a vencedora desse duelo. A forma dominante da vitória — sobre uma adversária bem ranqueada — deve colocá-la, no mínimo, em uma eliminatória direta.

Próximos passos e calendário do UFC

Em sua entrevista no cage, Grasso pediu que o UFC leve um evento numerado para Guadalajara. Caso a organização atenda, é possível que a mexicana estampe a luta principal, repetindo o sucesso de bilheteria visto em Monterrey (2024). A projeção mais plausível envolve:

  1. Junho/2026: Defesa de Blanchfield contra Taila Santos;
  2. Setembro/2026: Potencial “Title Eliminator” entre Alexa Grasso e a vencedora de Manon Fiorot x Katlyn Chookagian;
  3. Dezembro/2026: Possível disputa de cinturão em território mexicano, caso Grasso vença a eliminatória.

Além de impulsionar a categoria, o triunfo de Grasso reforça a narrativa de paridade no peso-mosca feminino, divisão que registrou quatro campeãs diferentes nos últimos três anos. O UFC, atento à base de fãs latino-americana, deve capitalizar esse movimento.

Em síntese, o nocaute relâmpago devolve Alexa Grasso ao centro das atenções, chacoalha a hierarquia da divisão até 57 kg e cria um cenário promissor para um evento histórico no México ainda em 2026. Se a forma demonstrada em Seattle se mantiver, a ex-campeã pode encerrar o ano novamente com ouro na cintura — e o UFC com mais um mercado aquecido na América Latina.

Com informações de ESPN.com.br

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