Quem: Müller, ex-atacante do Cruzeiro e tetracampeão mundial com a Seleção Brasileira.
O quê: comparou a habilidade de Neymar à de Lionel Messi, afirmando que o brasileiro é “200 mil vezes” superior.
Quando e onde: em 16 de junho de 2026, no programa Seleção Estadão.
Por quê: questionado sobre quem é mais talentoso, o ex-jogador destacou a ambidestria e o repertório técnico de Neymar.
Entenda a fala de Müller
Durante a entrevista, Müller citou a idade de ambos — Neymar com 34 anos e Messi prestes a completar 39 — para contextualizar sua opinião. Segundo ele, a capacidade de usar os dois pés e a variedade de dribles colocam o camisa 10 brasileiro “30 anos-luz” à frente do argentino em termos de habilidade pura.
Raio-X dos números
Neymar
– 79 gols em 128 partidas pela Seleção (até setembro/2023, recorde histórico do país).
– Média de 3,5 dribles bem-sucedidos por jogo na Ligue 1 2022/23 (StatsBomb).
– Conquistas de clubes: Liga dos Campeões 2014/15, 5 ligas nacionais (Espanha e França).
Messi
– 106 gols em 180 jogos pela Argentina (maior artilheiro da seleção).
– 7 vezes Ballon d’Or, incluindo a temporada 2023.
– Campeão mundial 2022, além de 4 Champions League e 10 LaLigas.
Por que a comparação repercute?
O debate volta a ganhar força às vésperas da Copa do Mundo de 2026, na qual Messi pode disputar seu último grande torneio e Neymar tenta recuperar sequência após lesão no ligamento em 2023. A declaração de Müller serve como combustível para torcedores e imprensa de ambos os países, que tradicionalmente rivalizam em campo e fora dele.
Imagem: Internet
Impacto futuro para Brasil e Argentina
A fala pode não mudar o status técnico dos atletas, mas pressiona o ambiente de preparação das seleções. Para o Brasil, reforça a narrativa de que Neymar continua sendo o ponto focal do ataque, mesmo numa equipe que passou a contar com jovens como Endrick e Rodrygo. No lado argentino, a comparação deve aumentar a motivação de Messi, que costuma transformar críticas em desempenho, como mostrou nas Eliminatórias de 2025.
Conclusão prospectiva: Se manter a forma física, Neymar chega ao Mundial como peça tática essencial para quebrar defesas fechadas, algo que o Brasil sofreu para fazer nas últimas Copas. Já Messi, mesmo aos 39, ainda dita o ritmo do ataque argentino. A declaração de Müller, portanto, adiciona tempero extra a um duelo que pode escrever mais um capítulo histórico em 2026.
Com informações de Diário Celeste