Jornal espanhol critica Neymar por tentar ‘chapéu’ no meio-campo com Santos perdendo: ‘Ação ilógica que resultou em vaias’

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SANTOS (SP) — 19/04/2026. Neymar virou alvo do jornal espanhol As ao tentar um chapéu no círculo central, já nos acréscimos, durante a derrota do Santos por 3 a 2 para o Fluminense na Vila Belmiro. O drible, executado enquanto o Peixe buscava o empate, terminou em perda de posse de bola e vaias da torcida.

Por que o lance gerou críticas internacionais

Segundo o As, a tentativa de chapéu foi uma “ação ilógica” porque contrariou o contexto do jogo: o Santos estava atrás no placar e restavam poucos segundos para reagir. Em partidas de alta exigência competitiva, a recomendação analítica é priorizar a circulação rápida e vertical para pressionar o adversário, não um gesto técnico de alto risco no meio-campo.

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Momento tático do Santos na partida

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• O Santos iniciou bem, marcou primeiro com Gabigol (assistência de Neymar) e retomou a vantagem com Barreal após o intervalo.
• O Fluminense conseguiu a virada ao explorar transições rápidas e bolas infiltradas pelos meias Castillo e John Kennedy.
• No minuto final, a equipe de Fábio Carille se lançou inteira ao ataque; qualquer erro de controle de posse – como o chapéu mal-sucedido – expôs ainda mais a retaguarda.

Raio-X de Neymar desde o retorno ao Peixe

Participações diretas em gol: 4 (2 gols, 2 assistências)
Minutos em campo consecutivos: 360 (quatro jogos completos)
Dribles por jogo: 4,3 (dados de tracking da CBF)
Perdas de posse em campo defensivo: 1,1 por partida
Apesar de boa produção ofensiva, o índice de perdas em zonas sensíveis cresceu nos dois últimos compromissos, coincidindo com tropeços na Vila Belmiro.

Impacto na sequência da temporada

O resultado mantém o Santos no bloco intermediário da tabela do Brasileirão e adiciona pressão para os próximos três compromissos em sete dias – Coritiba (Copa do Brasil), Bahia (Brasileirão) e San Lorenzo (Sul-Americana). A gestão do desgaste físico de Neymar, aliado ao ajuste de posse em momentos críticos, será decisiva para evitar nova sequência negativa em casa.

No curto prazo, a comissão técnica deve reforçar o protocolo de game management: trocas rápidas de passe, maior ocupação de meio-campo e redução de riscos individuais quando a equipe estiver em desvantagem. Como Neymar é o principal catalisador criativo, seu equilíbrio entre improviso e pragmatismo pode definir não apenas o rendimento ofensivo, mas também a estabilidade psicológica da torcida.

Se a resposta vier já diante do Coritiba, o episódio do chapéu tende a ser lembrado como um ponto de ajuste coletivo. Caso contrário, o assunto poderá ganhar novo fôlego na imprensa internacional e aumentar a pressão sobre o camisa 10 e o elenco nas próximas rodadas.

Com informações de ESPN Brasil

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